Gravidez precoce e diferença de gênero ainda castigam mulheres latino-americanas

Mais Lidos

  • “Meu pai espiritual, Santo Agostinho": o Papa Leão XIV, um ano depois. Artigo de Carlos Eduardo Sell

    LER MAIS
  • A mineração de terras raras tem o potencial de ampliar a perda da cobertura vegetal nas áreas mineradas, além de aumentar a poluição por metais tóxicos e elementos químicos radioativos que são encontrados associados às terras raras, afirma o pesquisador da UFRGS

    Exploração de terras raras no RS: projeto põe recursos naturais em risco e viabiliza catástrofes. Entrevista especial com Joel Henrique Ellwanger

    LER MAIS
  • EUA e Irã: perto de um acordo? O que se sabe sobre as negociações nos bastidores para pôr fim à guerra?

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

17 Agosto 2013

Uma em cada dez adolescentes latino-americanas de 15 a 19 anos de idade já é mãe, revelou em entrevista o diretor executivo do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), Babatunde Osotimehin. O elevando índice de gravidez precoce e as diferenças de gênero são os grandes temas que a América Latina e o Caribe precisam encarar, disse.

A reportagem foi publicada pela Agência Latino-Americana e Caribenha de Comunicação - ALC, 15-08-2013.

Montevidéu sediou a I Conferência de População e Desenvolvimento da América Latina e do Caribe. Relatório preparado pela UNFPA analisa os dois pontos lembrados por Osotimehin, que, como disse, resultam do quadro de pobreza e desníveis sociais que a região apresenta. Os dois pontos incidem negativamente  tanto na saúde de mulheres e jovens como no seu desenvolvimento educacional. A gravidez nessas condições interrompe muitos sonhos, afirmou.

Nos últimos 20 anos, desde a Conferência Internacional sobre População e Desenvolvimento, reunida no Cairo, verifica-se alguns avanços nesses temas. Apesar dos problemas que relatou, Osotimehin lembrou que mulheres e jovens têm, hoje, maior participação no cenário político e social.

Também diminuíram os casos de mortalidade materna, embora ainda se constate condições precárias em algumas regiões do continente no atendimento de gestantes e de saúde em geral.