Pastoral Carcerária pede veto à ampliação do porte de armas de servidores penitenciários

Mais Lidos

  • Novo bispo em Roma, um bispo novo para a Diocese de Lages. Artigo de P. Vitor Hugo Mendes

    LER MAIS
  • Nesta entrevista exclusiva, o filósofo reflete sobre a passagem do tempo, os ataques à Constituição Federal, a troca de nomes no Ministério dos Povos Indígenas e a tensão política eleitoral de 2026

    Marco temporal: ‘Nunca engoliram as nossas conquistas na Constituinte’. Entrevista com Ailton Krenak

    LER MAIS
  • Celibato sacerdotal: Quando a crítica perde a verdade. Artigo de Everson Vianna

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

Por: Cesar Sanson | 12 Dezembro 2012

A Pastoral Carcerária, instituição que tem por objetivo zelar para que os direitos e a dignidade humana sejam garantidos no sistema prisional, lançou recentemente a ‘Campanha pelo veto à ampliação do porte de armas PLC 87/2011’, criticando a ampliação do porte de armas aos servidores penitenciários e pedindo o veto da Presidenta Dilma Rousseff.

A reportagem é publicada por Adital, 11-12-2012.

A Instituição elaborou uma Carta Aberta à Dilma Rousseff argumentando sobre os motivos plausíveis para a realização do veto presidencial.

"A concessão do porte armas, mesmo fora de serviço, deve agravar o atual estado de violência nas unidades prisionais, pois facilitará o ingresso de agentes armados no interior das unidades prisionais, o que está proscrito por normas internacionais”, explica a Carta Aberta.

De acordo com a Pastoral, o sancionamento deste projeto PL 87/2011 pela Presidenta Dilma abrirá o perigoso precedente para ampliar a tensão no sistema penitenciário, que deve estar nas mãos de gestores devidamente qualificados para o manejo das prisões e não de policiais.

Veja o documento na íntegra aqui.