Ministros chilenos respondem críticas de Eike Batista sobre entraves em investimentos

Mais Lidos

  • Lula, sua última eleição e seus demônios. Artigo de Antonio Martins

    LER MAIS
  • Vozes de Emaús: Movimento Fé e Política faz história. Artigo de Frei Betto e Claudio Ribeiro

    LER MAIS
  • Parte do Sul Global, incluindo o Brasil, defende que países desenvolvidos abandonem os combustíveis fósseis primeiro. Para Martí Orta, não há espaço para ritmos nacionais distintos na eliminação de petróleo, gás e carvão. O pesquisador afirma que a abertura de novos projetos de exploração ignora os limites definidos pela ciência

    Cancelar contratos fósseis. Não ‘há tempo’ para transição em diferentes velocidades. Entrevista com Martí Orta

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

01 Setembro 2012

O governo chileno respondeu nesta quinta-feira (30/08) às críticas feitas pelo bilionário brasileiro Eike Batista, de que "está se tornando impossível" investir no Chile.

A informação é do sítio Opera Mundi, 30-08-2012.

Eike revelou sua indignação, por meio de sua conta no Twitter, depois que a Corte Suprema do país paralisou seu projeto da Central Termoelétrica Castilla, que pretendia gerar 2,1 megawatts de potência no norte do país. "Não nos querem, vamos embora. Bye, bye", escreveu.

Diante da declaração, o ministro da Fazenda chileno, Felipe Larraín, pediu ao empresário brasileiro que "reveja as cifras recordes de investimento estrangeiro" que o país acumula.

O titular da Mineração, Hernán de Solminihac, também se manifestou ao dizer à rádio Cooperativa que "os veículos de comunicação mostram que o semestre tem registrado alta histórica [dos investimentos estrangeiros], com crescimento de cerca de 80%”.

Solminihac acrescentou que "há demonstrações claras de que o Chile é um país que recebe e respeita a institucionalidade para que se realizem investimentos estrangeiros. Nesse sentido, esperamos que se mantenha essa credibilidade e possamos ir avançando para alcançar o desenvolvimento".

Segundo o projeto de Eike Batista, a Central Termoelétrica de Castilla seria a segunda maior da América Latina e a energia gerada seria destinada a abastecer a indústria de mineração de cobre e ouro, que se concentra principalmente no norte do país.