O que resta do Concílio

Mais Lidos

  • Apenas algumas horas após receber um doutorado honorário da UAB, essa importante voz da teoria feminista analisa as causas e possíveis soluções para a ascensão do totalitarismo

    “É essencial que a esquerda pare de julgar a classe trabalhadora que vota na direita.” Entrevista com Judith Butler

    LER MAIS
  • O Sínodo apela a "uma mudança paradigmática na forma como a Igreja aborda as questões doutrinais, pastorais e éticas mais difíceis", como as que dizem respeito aos fiéis LGBTQIA+

    LER MAIS
  • “Ameaçando muitos católicos” — Trump difama o Papa Leão XIV 48 horas antes de reunião com Rubio

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

08 Janeiro 2012

O Conselho Pontifício Justiça e Paz programou para um futuro próximo "a celebração do 50º aniversário do Concílio Vaticano II. Convidaremos justamente as novas gerações a refletir sobre os seus conteúdos. É preciso, por isso, preparar com cuidado a celebração do 50º aniversário da Pacem in Terris em 2013", anuncia ao L'Osservatore Romano o cardeal Peter Kodwo Appiah Turkson, presidente do dicastério vaticano.

A reportagem é de Giacomo Galeazzi, publicada no seu blog, Oltretevere, 05-01-2012. A tradução é de Moisés Sbardelotto.

"Entre outros compromissos deste ano, assinalaria a preparação da Conferência das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento Sustentável, que, como se sabe, será realizada no Rio de Janeiro, entre os dias 20 a 22 de junho próximo", afirma o purpurado de Gana.

"Também temos programada a organização, em colaboração com outros órgãos, de uma conferência sobre a vida rural e uma série de mesas redondas sobre diversos assuntos: o tráfico de seres humanos, a defesa da pessoa humana desde a concepção até o seu fim natural, as estratégias empresarias para o bem comum, a renovação da missão e da identidade da formação católica no mundo dos negócios, e, enfim, os novos desafios para os católicos na construção do bem comum”, afirmou.

“Naturalmente – continuou o cardeal –, vamos colaborar com os outros dicastérios da Santa Sé para fazer compreender que o culto de Deus é fundamentalmente um ato de justiça, sem o qual não são possíveis outros atos de justiça entre os homens. Procuraremos também reforçar a ideia de que a fé em Cristo é fundamental para renovar a cultura e a sociedade para o bem de todos. Nesse sentido, o Pontifício Conselho Justiça e Paz está pronto para acolher o convite do papa para intensificar os esforços para reafirmar o grande valor intelectual, espiritual e moral da fé".