Um milhão de egípcios a mais no Facebook e uma manifestação contra a proibição de greve

Mais Lidos

  • “Permitir a instalação de um empreendimento com essa magnitude de demanda sem uma avaliação climática rigorosa significa aprofundar a vulnerabilidade territorial já existente”, afirma a advogada popular

    Data centers no RS e as consequências de sua implementação. Entrevista especial com Marina Dermmam

    LER MAIS
  • A ideologia da Palantir explicada por Varoufakis

    LER MAIS
  • Inteligência Artificial e o empobrecimento da Igreja como centro de dados. Artigo de Massimo Faggioli

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

26 Março 2011

A Revolução corre no Facebook. Em fevereiro, um milhão de egípcios a mais (de 4,2 milhões a 5,2 milhões) visitou a rede social em comparação ao mês anterior. No dia 25 de janeiro, vídeos e fotos levaram jovens e curiosos a ir até a Praça Tahrir.

A reportagem é do jornal Il Manifesto, 25-03-2011. A tradução é de Moisés Sbardelotto.

A campanha para o "sim" e para o "não" ao referendo sobre a constituição aportou na Internet. A mania da rede social contagia todos os países árabes, assim como foi para a Radio Free Europe antes de 1989. No Facebook, também encontram-se denúncias de violências e de prisões.

Como aconteceu com as 18 mulheres presas no dia 9 de março na evacuação da Praça Tahrir, que confessaram à Anistia Internacional terem sofrido o teste da virgindade. Aquelas que tiveram o resultado positivo foram tratadas com a acusação de prostituição.

Para este sábado, estava anunciada uma nova manifestação dos jovens revolucionários contra a lei aprovada pelo governo, que pune severamente protestos e greves e contra a repressão dos estudantes que manifestavam nesta quinta-feira na Universidade do Cairo.