Estudo revela que saúde dos índios piorou

Mais Lidos

  • A palavra que define Deus como Trindade foi criada por um africano. Entrevista com Myriam Gautho

    LER MAIS
  • Sebastião Salgado registrou a ocupação que se tonou o maior complexo de Reforma Agrária da América Latina

    LER MAIS
  • Fernando Pessoa e o exercício de ver. Artigo de Faustino Teixeira

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

14 Novembro 2006

 A primeira metade desta década foi marcada por importantes conquistas dos povos indígenas no Brasil. Eles continuaram num processo de crescimento populacional e obtiveram mais terras. Por outro lado, ocorreu uma visível deterioração no atendimento na área da saúde.

Entre os indicadores dessa piora podem ser citados o aumento do número de mortes causadas por desnutrição infantil entre os caiovás de Mato Grosso do Sul, o ressurgimento da malária entre os ianomâmis de Roraima e a maior incidência de casos de tuberculose - endemia presente em várias tribos. Também faz parte da lista o recrudescimento de epidemias, como a de doenças sexualmente transmissíveis que ocorre no Parque Nacional do Xingu, e a de hepatite B e D no Vale do Javari, no Amazonas.

A taxa de mortalidade infantil, importante indicador das condições de vida, aumentou entre 2004 e 2005. Ela tinha caído de maneira acentuada nos dois primeiros anos da década, perdeu o ritmo com Lula e, finalmente, recrudesceu em 2005.

(cfr. notícia do dia 14-11-06, desta página).