“A demarcação que eu puder rever, eu vou rever”, afirma Bolsonaro

Jair Bolsonaro | Foto: Agência Brasil

Mais Lidos

  • Comando Vermelho usa drones gigantes para transportar até 20 fuzis FAL ou AR-15 entre favelas no Rio

    LER MAIS
  • Viver em contínuo Pentecostes. Comentário de Adroaldo Palaoro

    LER MAIS
  • “Esse debate se torna ainda mais importante em um ano eleitoral, porque é fundamental assegurar que os resultados positivos no combate à fome sejam preservados, independentemente de qual governo esteja no poder, seja de direita, seja de esquerda ou centro”, afirma o especialista

    "Os dados mostram que o Brasil conseguiu retornar a um nível de insegurança alimentar semelhante ao registrado em 2014, ano em que o país saiu do mapa da fome da ONU". Entrevista especial com Lucas Moura

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

10 Abril 2019

Durante a campanha eleitoral, Jair Bolsonaro prometeu que não iria demarcar mais nenhum centímetro de terras para indígenas. Ontem, em entrevista à Jovem Pan, foi mais longe: "A demarcação que eu puder rever, eu vou rever", garantiu. E ainda lembrou: "Quando estive agora com Trump, conversei com ele que quero abrir para ele explorar a região amazônica em parceria. Como está, nós vamos perder a Amazônia, aquela área é vital para o mundo".

O presidente acha que existe uma "indústria da demarcação" de terras indígenas, e que isso "inviabiliza qualquer projeto na Amazônia". Insinuou que as demarcações são definidas por "laudos suspeitos", relatando que já ouviu queixas de fazendeiros sobre isso. Ele também reclamou do tamanho da área destinada a indígenas no país. Quer que indígenas e quilombolas possam "vender ou explorar suas terras como quiserem".

Leia mais