O cardeal Barbarin reconhece “erros” na luta contra a pedofilia

Mais Lidos

  • Quatro grandes grupos não homogêneos se destacam no cenário interno. Entretanto, suas articulações nesse ambiente repressivo estão ainda mais impactadas frente ao conflito deflagrado por Israel e EUA, cuja reação iraniana foi subestimada

    Movimentos sociais no Irã: protagonismo na resistência à política imperialista mundial. Entrevista especial com Camila Hirt Munareto

    LER MAIS
  • A ameaça de Trump: "O Irã precisa aceitar o plano dos EUA ou eu o destruirei da noite para o dia"

    LER MAIS
  • A IA não é nem inteligente, nem artificial. Intenções humanas, extrativismo e o poder por trás das máquinas

    Parasita digital (IA): a pirataria dos saberes que destrói recursos naturais alimentada por grandes data centers. Entrevista especial com Miguel Nicolelis

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

27 Abril 2016

O arcebispo de Lyon, o cardeal Philippe Barbarin, reconheceu hoje que sua diocese, o centro da polêmica por casos de abuso sexual, cometeu “erros” na questão da luta contra a pedofilia e na nomeação de alguns sacerdotes.

A reportagem foi publicada por Religión Digital, 26-04-2016. A tradução é de Evlyn Louise Zilch.

O “mea culpa” foi pronunciado em um encontro que reuniu 220 sacerdotes para apresentar as medidas empreendidas a respeito e as que se contemplam no futuro.

Na diocese lyonesa um padre foi acusado por ter abusado durante quase 25 anos de menores “olheiros” e os investigadores estão tentando determinar se o cardeal tomou conhecimento destes fatos, algo que ele nega.

Na reunião de hoje, segundo um comunicado da diocese, Barbarin “afirmou a importância de que as vítimas de abusos sexuais cometidos por clérigos vejam reconhecidos seus direitos à verdade e à Justiça”.

A diocese anunciou o lançamento de uma célula de escuta e anunciou também que irão estabelecer “novos critérios para as futuras nominações” de sacerdotes, que entrarão em vigor a partir de setembro.