AM registra 33,5 mil casos de malária entre janeiro e agosto de 2016, diz FVS

Imagem: Freeimagens9/Pixabay

Mais Lidos

  • Para a pesquisadora, o design das plataformas deixou de ser apenas uma escolha estética de interface e se tornou o principal ator tecnopolítico das Big Techs, moldando o comportamento dos usuários e impactando diretamente o debate democrático

    Economia da atenção: o design algorítmico a serviço da estetização da política. Entrevista especial com Anna Bentes

    LER MAIS
  • Após uma catástrofe, existem três caminhos, explica um dos criadores do termo resiliência: continuar como antes, votar em um ditador que promete segurança ou evoluir e renascer

    “Não se pode debater com fanáticos como Trump. Se você não pensa como ele, você é um idiota”. Entrevista com Boris Cyrulnik, neuropsiquiatra

    LER MAIS
  • Sobre a possibilidade de um golpe de Estado. Artigo de Jean Marc von der Weid

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

07 Outubro 2016

O Amazonas registrou 33,5 mil casos de malária entre janeiro e agosto de 2016. Em comparação ao mesmo período do ano anterior, quando foram registrados 59,7 mil casos, o número representa diminuição de 44%. As informações foram divulgadas pela Fundação de Vigilância em Saúde (FVS), nesta quarta-feira (5).

A reportagem é publicada por G1 Amazonas, 05-10-2016.

De acordo com a FVS, os números refletem ações de prevenção realizadas nas comunidades rurais do interior do estado.

“A redução dos casos de malária no Amazonas segue uma tendência de declínio da doença no estado, que tem contado com investimento para aquisição de equipamentos, material permanente, insumos, e a utilização de mosquiteiros impregnados de inseticidas que impedem a ação dos mosquitos nas residências amazônicas”, disse, por meio de assessoria, o diretor-presidente da FVS, Bernardino Albuquerque.

Ainda se acordo com a FVS, a malária tem diagnóstico rápido e tratamento gratuito. A prevenção é possível com algumas medidas de proteção individual contra picadas de insetos, como por exemplo, o uso de mosquiteiro impregnado com inseticida; de telas nas portas e janelas; de repelente e, ainda, evitar locais de banho em horários de maior atividade do mosquito – de final da tarde e o amanhecer.

Leia mais...