O Papa “compartilha a dor” das Mães de Maio

Mais Lidos

  • Comando Vermelho usa drones gigantes para transportar até 20 fuzis FAL ou AR-15 entre favelas no Rio

    LER MAIS
  • Viver em contínuo Pentecostes. Comentário de Adroaldo Palaoro

    LER MAIS
  • “Esse debate se torna ainda mais importante em um ano eleitoral, porque é fundamental assegurar que os resultados positivos no combate à fome sejam preservados, independentemente de qual governo esteja no poder, seja de direita, seja de esquerda ou centro”, afirma o especialista

    "Os dados mostram que o Brasil conseguiu retornar a um nível de insegurança alimentar semelhante ao registrado em 2014, ano em que o país saiu do mapa da fome da ONU". Entrevista especial com Lucas Moura

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Por: Jonas | 19 Abril 2013

O Papa Francisco respondeu a carta que a presidente das Mães da Praça de Maio, Hebe de Bonafini (foto), enviou-lhe no mês passado, e afirmou que “compartilha sua dor” e a daqueles que “sofreram e sofrem a perda trágica de seus entes queridos”, durante a ditadura.

A reportagem é publicada no sítio Religión Digital, 18-04-2013. A tradução é do Cepat.

 
Fonte: http://goo.gl/QlIXW  

“Com afeto lhes oferece uma Bênção especial, como sinal de esperança e alento. Ao mesmo tempo, pede o favor de que rezem e façam rezar por ele”, destaca a carta.

O Sumo Pontífice enviou a mensagem por intermédio de dom Antoine Camilleri, subsecretário vaticano para as Relações com os Estados, para responder uma carta que a dirigente social havia enviado a Francisco.

“Sua Santidade valoriza e aprecia muito aqueles que estão perto dos mais desfavorecidos e se esforçam para ajudá-los”, destaca a mensagem. No dia 21 de março passado, a presidente da Associação havia enviado uma carta para Jorge Bergoglio, na qual destacava suas “atividades pastorais” e desejava bons augúrios para seu pontificado.