Como os EUA privatizaram a guerra

Foto: Pixabay

Mais Lidos

  • A catolização de Jesus de Nazaré: uma febre que mata. Artigo de Daniel Luiz Medeiros

    LER MAIS
  • ‘Magnifica humanitas’, a primeira encíclica de Leão XIV, será lançada em 15 de maio

    LER MAIS
  • A pesquisadora explora imagens artísticas sobre o colapso planetário que vivenciamos e oferece um panorama das questões associadas ao fenômeno do colapso ambiental global no qual estamos inseridos

    Imagens e imaginários do Antropoceno. Entrevista especial com Carolina Cunha

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

04 Setembro 2024

As formas de guerra estão mudando. Inteligência artificial é usada para bombardear famílias em Gaza. Drones voadores são enviados para rastrear refugiados na fronteira dos EUA com o México. Mas a maior mudança é aquela sobre a qual menos falamos: a privatização da guerra. Do Iêmen ao Sudão, da Síria à Nigéria, dezenas de milhares de mercenários agora lutam em nome de potências estrangeiras.

A informação é publicada por Jacobin, 03-09-2024.

Neste episódio 7 de série "The International", Rania Khalek do Break Through News conta a história de como chegamos até aqui. É a história de uma empresa norte-americana infame conhecida como Blackwater e a ascensão dos exércitos mercenários secretos que empurraram guerras mundo afora através das sombras.

Leia mais