Representante da ACNUR no país elogia acolhimento brasileiro

Foto: Marcelo Camargo | Agência Brasil

Mais Lidos

  • Quem são os supremacistas brancos mascarados que marcharam por Washington no dia 4 de julho?

    LER MAIS
  • Do porão do navio negreiro ao painel do aplicativo. Entrevista com Ruy Braga

    LER MAIS
  • O Irã usou o Alcorão no funeral de Khamenei para enviar mensagens secretas ao Golfo, enquanto mantinha o controle de Ormuz. Artigo de Patrick Wintour

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

17 Janeiro 2024

O Alto Comissariado da ONU para Refugiados (ACNUR) lançará, este ano, campanha antixenofobia com o propósito de criar um ambiente de proteção e respeito aos refugiados, destacando que refugiados podem ser agentes de mudança e do desenvolvimento.

A reportagem é de Edelberto Behs.

A informação é do representante da ACNUR no Brasil, Davide Torzilli, em entrevista para a ONU News. Em 2023, o mundo atingiu o número recorde de pessoas deslocadas à força – 114 milhões, das quais 710 mil vivem no Brasil. O país acolhe cerca de 560 mil venezuelanos, 87 mil haitianos, 9 mil afegãos, além de pessoas de outras nacionalidades.

“O Brasil – definiu Torzilli – tem tido uma política de asilo, de proteção internacional muito aberta”. O país tem acolhido, também refugiados de países distantes, da Síria, do Afeganistão, da Ucrânia. A legislação brasileira, disse, pode ser considerada “generosa” e “avançada” por permitir uma ampla oferta de serviços e oportunidades de trabalho para refugiados e solicitantes de asilo.

Essas boas práticas farão do Brasil “um campeão, seguramente em nível regional, mas também em nível global”, na acolhida de refugiados, vaticinou Torzilli. Ele elogiou os avanços da Política Nacional de Migrações, Refúgio e Apátridas e a inclusão de populações refugiadas e migrantes, e a inclusão dessa população na Política Nacional de Saúde, verificadas no ano passado. Alertou, contudo, que “o grande desafio é implementar as políticas”.

Leia mais