Inflação é a chave para sustentação de um presidente, diz cientista político

Recorte da imagem da capa do livro "A mão e a luva: O que elege um presidente".

Mais Lidos

  • “Meu pai espiritual, Santo Agostinho": o Papa Leão XIV, um ano depois. Artigo de Carlos Eduardo Sell

    LER MAIS
  • A mineração de terras raras tem o potencial de ampliar a perda da cobertura vegetal nas áreas mineradas, além de aumentar a poluição por metais tóxicos e elementos químicos radioativos que são encontrados associados às terras raras, afirma o pesquisador da UFRGS

    Exploração de terras raras no RS: projeto põe recursos naturais em risco e viabiliza catástrofes. Entrevista especial com Joel Henrique Ellwanger

    LER MAIS
  • EUA e Irã: perto de um acordo? O que se sabe sobre as negociações nos bastidores para pôr fim à guerra?

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

18 Julho 2022

 

No livro A mão e a luva – o que elege um presidente (editora Record), o cientista político Alberto Carlos Almeida defende a tese de que as percepções do eleitor médio estão em consonância com a economia real e o controle da inflação é fator determinante para o sucesso ou fracasso de qualquer projeto de poder. Sob essa perspectiva, Almeida diz acreditar que as recentes medidas patrocinadas pelo presidente Jair Bolsonaro não serão suficientes para reelegê-lo.

 

A entrevista é de Pedro Venceslau, publicada por O Estado de S. Paulo, 17-07-2022.

 

A mão e a luva: O que elege um presidente

 

Segundo o cientista político “ou a maior parte da opinião pública quer mudança, ou continuidade. Neste ano, a maior parte quer mudança. Eu acho difícil que as medidas que estão sendo tomadas mudem o humor da mudança para a continuidade. Isso só aconteceu uma vez em ano eleitoral: em 1994, com o Plano Real. Até junho daquele ano, a grande maioria do eleitorado queria mudança. Mas em julho houve a troca do papel-moeda, e a inflação caiu de 30% para 5%. A contenção da inflação fez o que era um desejo majoritário de mudança virar desejo de continuidade. Foi a única vez. Não acredito que vai acontecer de novo agora”.

 

A íntegra da entrevista pode ser lida aqui.

 

Leia mais