EUA. Nenhuma repreensão a Biden no documento dos bispos sobre a Eucaristia

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05 Novembro 2021

 

Apesar de alguns meios de comunicação assegurarem que o rascunho do documento da Conferência Episcopal dos EUA (USCCB) iria conter alguma recomendação para a negação da Comunhão, o documento não inclui nenhum tipo de menção aos políticos católicos de alto nível que, como no caso de Joe Biden, manifestaram seu apoio ao direito do aborto legal.

 

A reportagem é de Jordi Pacheco, publicada por Religión Digital, 04-11-2021. A tradução é de Wagner Fernandes de Azevedo.

 

Finalizado em setembro e com 26 páginas, o documento, cujo conteúdo foi desvelado recentemente por The Pillar, consta duas seções com as quais os prelados abordam a Eucaristia: “O dom”, centrado na Eucaristia, como um dom do Senhor através de sua encarnação, morte e ressurreição; e “nossa resposta”, que aborda a gratidão pelo dom da Eucaristia, o papel dos leigos no recebimento do sacramento e a importância da Eucaristia para a conversão.

“O Senhor está conosco no Mistério Eucarístico celebrado em nossas paróquias e missões, em nossas belas catedrais e em nossas capelas mais pobres”, reza o projeto do documento, aprovado, depois de várias horas de debate entre os bispos, por 168 votos a favor e 55 contrários.

Apesar de que, como muitos esperassem, os bispos tenham descartado as esperadas reprimendas a Biden por seu posicionamento em relação ao direito ao aborto nos EUA, o projeto do texto determina, em qualquer caso, que um católico em pecado mortal não deve receber a Eucaristia, até que se tenha confessado e recebido a absolvição.

“O recebimento da Santa Comunhão permite a comunhão da pessoa com a Igreja nesta dimensão visível”, adverte o texto, que recorda o que já fora destacado no documento dos bispos de 2006 sobre os católicos e a vida pública.

“Se um católico em sua vida pessoal ou profissional rejeita as doutrinas da Igreja, conhecendo-as e de modo obstinado; ou as repudia desta forma em assuntos morais; então diminui sua comunhão com a Igreja”, cita o projeto em referência ao texto de 2006.

“A recepção da Santa Comunhão”, indicam os prelados, “não estaria de acordo com a celebração eucarística, e, portanto, o católico deveria se abster”.

 

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