Os coptas do mundo todo rezam por Teodoro II e os monastérios

Foto: firenzepost

Mais Lidos

  • O manifesto perturbador da Palantir recebe uma enxurrada de críticas: algo entre o tecnofascismo e um vilão de James Bond

    LER MAIS
  • A socióloga traz um debate importante sobre como as políticas interferem no direito de existir dessas pessoas e o quanto os movimentos feministas importam na luta contra preconceitos e assassinatos

    Feminicídio, lesbocídio e transfeminicídio: a face obscura da extrema-direita que viabiliza a agressão. Entrevista especial com Analba Brazão Teixeira

    LER MAIS
  • Trump usa o ataque para promover sua agenda em meio ao bloqueio de informações sobre o Irã e índices de aprovação em níveis historicamente baixos

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

10 Agosto 2018

Tempo de jejum e oração vai até o dia 22 de agosto. 

A informação é publicada por Agência Fides, 09-08-2018. A tradução é de Graziela Wolfart.

Os cristãos coptas ortodoxos do mundo todo estão vivendo os 15 días de jejum da "Santa Virgem Maria" para rezar pelo Patriarca Teodoro II e os monastérios do país, em um momento difícil para a Igreja após o assassinato de Anba Epiphanius, bispo-abade assassinado no mosteiro de San Macario, em 29 de julho.

O tempo de oração e jejum terminará em 22 de agosto, quando a Igreja Ortodoxa Copta celebra a Assunção da Virgem Maria. As investigações para esclarecer o assassinato continuam, embora ainda ninguém tenha sido preso ou identificado como suspeito.

Segundo os meios de comunicação egípcios, nas últimas horas os representantes da Igreja copta teriam solicitado às autoridades judiciais para manter sigilo sobre os resultados parciais da investigação, no sentido de evitar rumores e vazamento de notícias, que acabam alimentando a confusão.

Recentemente havia se espalhado o rumor sem fundamento da suposta prisão de um colaborador do monastério, que também trabalhava como motorista para Anba Epiphanius. Também se especulou que as câmeras de segurança do monastério não estavam funcionando no momento do ocorrido. Enquanto isso, surgem informações vindas da diáspora copta norte-americana que indicam que as forças de segurança egípcias poderiam ter torturado algum dos monges do mosteiro para tentar extrair informações úteis para as investigações, violando inclusive a sacralidade das áreas mais reservadas do mosteiro.

Entretanto, em seu último sermão semanal de quarta-feira, o Papa Teodoro usou palavras de gratidão pela vida monástica copta, assegurando que confiava que as comunidades monásticas permanecerão nos desertos egípcios "até o fim do mundo", e continuarão oferecendo às futuras gerações as riquezas de seus dons espirituais, que não podem ser dissipadas por debilidades, erros, pecados e crimes de pessoas individuais. "A fé cristã está protegida pelo Senhor e não precisa de outros protetores", garantiu Teodoro.

Leia mais