No Brasil jovens de zero a 14 anos de idade na linha de pobreza chegam a 40,2%

Criança. | Foto: Px Here

Mais Lidos

  • “A cidade precisa deixar de tratar a população em situação de rua como problema de limpeza urbana ou segurança pública. Trata-se de uma questão de direitos humanos, justiça social e política urbana”, alerta a pesquisadora

    O aumento da população de rua no Brasil e as condições que as atingem em uma sociedade desigual. Entrevista especial com Andréa Braga

    LER MAIS
  • Ucrânia. Inferno de Kostiantynivka. Russos em apuros por toda parte, tentando avançar em Donbass. Artigo de Gianluca Di Feo

    LER MAIS
  • ‘Ilhado’ nos EUA, será difícil Eduardo Bolsonaro voltar a se candidatar após condenação

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

11 Agosto 2017

São mais de 17,3 milhões de jovens brasileiros de zero a 14 anos de idade que vivem na linha de pobreza, ou seja, 40,2% da população nessa faixa etária. Os dados são da Fundação Abrinq, com base na PNADP – 2015, a Pesquisa Nacional por Amostragem de Domicílio.

A reportagem é publicada por Rádio USP, 10-08-2017.

As Regiões Norte, com 54%, e Nordeste, com 60,6%, concentram os maiores índices de crianças e adolescentes em situação de pobreza. A Região Sul, com 23,1%, é a que apresenta a melhor situação. Segundo o levantamento, 27% da população brasileira vive com meio salário mínimo por mês.

Os números foram apresentados na semana passada, em Nova York, no Fórum Político de Alto Nível, que reuniu 193 países para discutir os ODS, Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU.

Os dados são chocantes mas já foram piores, segundo o professor Luiz Guilherme Scorzafave, da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto (Fearp) da USP.

Para ele, os programas emergenciais, como o Bolsa Família, resolvem a situação de forma limitada. “É preciso políticas públicas mais consistentes para reverter esse quadro.”

Escute aqui o áudio na íntegra.

Leia mais