Rios e cursos d’água secam com estiagem na Amazônia

Imagem: Luan Nunes/Wikipédia

Mais Lidos

  • “A colonialidade é um resquício estrutural do sistema colonial que permanece no tecido social, conceitual e psíquico de todos nós”. Entrevista com Viviane Bagiotto Botton

    LER MAIS
  • Entre o sacramento e o espetáculo: transformações sociais, mercado matrimonial e desafios pastorais da celebração católica do Matrimônio no Brasil pós-pandemia. Artigo de Nilson Marostica

    LER MAIS
  • A ONU alerta que a temperatura do planeta em breve ultrapassará o limite de segurança de 1,5 grau Celsius: "É inevitável"

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

07 Setembro 2016

Os municípios amazonenses de Apuí, Anamã e Guajará decretaram situação de emergência por causa da estiagem. Os decretos estão publicados no Diário Oficial dos Municípios.

A reportagem é de Graziele Bezerra, publicada por Agência Nacional, 05-06-2016

Em Apuí, no sul do estado, a escassez de chuvas nos últimos meses provocou o desaparecimento de pequenos rios e cursos de água.

A estiagem afeta, também, rios como o Madeira, fundamental na trafetabilidade da região. O baixo nível do rio está impedindo a navegação de balsas, provocando o isolamento do município e dificultando a chegada de alimentos na cidade.

A situação se repete em Anamã, a 129 quilômetros de Manaus. O decreto de emergência, além de declarar a situação anormal no município, autoriza a convocação de voluntários para atuar em ações de apoio aos atingidos pela seca.

Guajará, que já estava em alerta reforçou a preocupação com a falta de chuvas. Esta é a pior seca dos últimos dez anos e afeta, principalmente, a zona rural do município. A cidade também enfrenta o desabastecimento de comida e sente os impactos da seca na agricultura, na pecuária e no extrativismo.

Pelo menos dez municípios amazonenses permanecem em estado de alerta. Segundo o Ministério da Agricultura as precipitações das estações chuvosas na Amazônia, verificadas no último trimestre de 2015 diminuíram 50% comparadas a média normal.

Leia mais...