Rosa Chávez, o auxiliar que o Papa fez cardeal. Uma homenagem à figura de D. Oscar Romero

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21 Mai 2017

O Papa Francisco surpreendeu hoje com a sua decisão de elevar ao cardinalato a um bispo auxiliar deixando o arcebispo dessa diocese em o barrete. Numa decisão sem precedentes, Francisco anunciou neste domingo que entregará o barrete vermelho a Gregorio Rosa Chávez, bispo auxiliar de San Salvador, em El Salvador, enquanto o titular da arquidiocese, José Luis Escobar Alas, seguirá sendo arcebispo.

Ao finalizar a bênção com o Regina Coeli, o papa informou que no próximo dia 28 de junho presidirá na Basílica de São Pedro, no Vaticano, um Consistório durante o qual elevará ao cardinalato cinco clérigos.

Juntamente com o salvadorenho, completa a lista Juan José Omella, arcebispo de Barcelona, Espanha, Jean Zerbo, arcebispo de Bamako, Mali, Anders Arborelius, bispo de Estocolmo, Suécia e Louis Marie Ling Mangkhanekhoun, vigário apostólico de Paksé, Laos.

O caso se El Salvador é inédito e corresponde, entre outras coisas, a um tributo ao beato Oscar Arnulfo Romero, assassinado em março de 1980 e que foi consagrado pela história como o ‘bispo dos pobres”.

Rosa Chavez, sempre se envolveu no processo de canonização de Romero. Ele nasceu em El Salvador no dia 03-09-1942. Fez o cursos de filosofia e teologia em San Salvador, entre 1962 e 1969.

Também estudou na Universidade Católica de Lovaina, Bélgica, depois de licenciado em comunicação social.

Foi ordenado padre no dia 24 de janeiro de 1970 na catedral de San Salvador.

Eleito por João Paulo II como bispo auxiliar de San Salvador no dia 03 de julho de 1982. Atualmente é pároco de San Francisco, presidente da Cáritas de El Salvador e da Cáritas para a América Latina e o Caribe.

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