Dolan confirma o “efeito Bergoglio” nos Estados Unidos

Mais Lidos

  • Governo Trump retira US$ 11 mi de doações de instituições de caridade católicas após ataque a Leão XIV. Artigo de Christopher Hale

    LER MAIS
  • Procurador da República do MPF em Manaus explica irregularidades e disputas envolvidas no projeto da empresa canadense de fertilizantes, Brazil Potash, em terras indígenas na Amazônia

    Projeto Autazes: “Os Mura não aprovaram nada”. Entrevista especial com Fernando Merloto Soave

    LER MAIS
  • Para o sociólogo, o cenário eleitoral é moldado por um eleitorado exausto, onde o medo e o afeto superam os projetos de nação, enquanto a religiosidade redesenha o mapa do poder

    Brasil, um país suspenso entre a memória do caos e a paralisia das escolhas cansadas. Entrevista especial com Paulo Baía

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

Por: André | 18 Novembro 2013

O “efeito Bergoglio” é sentido também nos Estados Unidos, segundo confirmou o cardeal Timothy Dolan, arcebispo de Nova York e que está no fim de seu mandato como presidente da Conferência dos Bispos do país.

A reportagem é de Andrea Tornielli e publicada no sítio Vatican Insider, 16-11-2013. A tradução é de André Langer.

O cardeal falou disso em uma entrevista à CBS, na qual disse perceber o efeito do novo Pontificado “em cada momento”. “Não posso caminhar pelas ruas da nossa amada Nova York – explicou – sem que as pessoas se aproximem de mim e me digam: ‘Ei, obrigado pelo Papa Francisco. Vocês fizeram um ótimo trabalho. Nós o adoramos’. Ouvi os nossos párocos dizerem, que sempre estão em primeiro plano, que o número de pessoas nas missas dos domingos está aumentando e que as filas nos confessionários são cada vez maiores. Aumentam as perguntas sobre a fé católica e também as esmolas”.

O arcebispo de Nova York respondeu também sobre o questionário de 38 perguntas enviado às Igrejas locais, em vista do próximo Sínodo da Família: “O que o Papa nos está pedindo é como podemos apresentar melhor o ensinamento da Igreja. Como podemos ser mais eficazes ao ensinar? E, como podemos alcançar com o amor e a compaixão aqueles que têm dificuldades para viver a doutrina da Igreja?”.