Empresa desenvolve aplicativo para que Google Glass seja capaz de atender a comandos cerebrais

Mais Lidos

  • Na semana do Dia das Mães, a pesquisadora explica como o mercado de trabalho penaliza mulheres chefes de família com filhos e sem cônjuge

    Mães solo e os desafios do cotidiano: dificuldades e vulnerabilidades nos espaços públicos. Entrevista especial com Mariene de Queiroz Ramos

    LER MAIS
  • Padre Josimo: 40 anos depois segue sendo assassinado todo dia. E segue ressuscitando

    LER MAIS
  • Pesquisadora discute sobre a disputa de sexo e gênero no ciclo de estudos Gênero, Religião, Política. Mobilização de crenças e afetos realizado pelo Instituto Humanitas Unisinos – IHU nesta terça-feira, 12-05-2026, às 10h

    O conservadorismo contemporâneo nos debates sobre gênero dentro da perspectiva feminista e antifeminista

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

15 Julho 2014

Uma nova tecnologia que permite aos usuários controlar os comandos do Google Glass usando ondas cerebrais poderia deixar as pessoas tirar uma foto e enviar para a internet apenas pensando sobre isso. Criado pela companhia This Place, em Londres, o aplicativo tem um dispositivo que fica sobre a cabeça e, através de eletroencefalografia (EEG), consegue medir a atividade elétrica no cérebro e converter estes sinais em instruções para o Glass.

A reportagem foi publicada pelo jornal O Globo, 11-07-2014.

O Google Glass, que foi lançado no Reino Unido em junho, é normalmente controlado por comandos de voz, ou através de um touchpad localizado na haste do dispositivo.

Embora a tecnologia do MindRDR possa parecer frívola à primeira vista, seus criadores esperam ajudar pessoas que sofrem de tetraplegia, por exemplo, a oportunidade de usar a tecnologia para interagir com o mundo.

O próprio Google ainda não disponibiliza oficialmente o MindRDR, mas a This Place diz estar interessada em levar o dispositivo a público. Em sua forma atual, o aplicativo só tem dois 'controles': um sinal de "sim" e outro de "não".

Esta falta de nuances ainda é um dos desafios enfrentados pela tecnologia EEG. Embora os hardwares usados para detectar as atividades do cérebro já sejam mais baratos, a fidelidade de suas medições e a dificuldade para os usuários transmitirem sinais cerebrais 'precisos' significa que ainda faltam alguns anos até que todos possam postar uma foto no Instagram apenas pensando sobre isso.

Os criadores do MindRDR reconhecem isso e, por esta razão, lançaram seu aplicativo na comunidade de desenvolvedores “GitHub”, em que programadores ao redor do mundo podem conferir o código do aplicativo e promover ajustes para torná-lo mais útil.