Com acordo, UE se torna cúmplice de desmatamento no Brasil

Desmatamento na Amazônia | Foto: Wilson Dias - Agência Brasil

Mais Lidos

  • Após uma catástrofe, existem três caminhos, explica um dos criadores do termo resiliência: continuar como antes, votar em um ditador que promete segurança ou evoluir e renascer

    “Não se pode debater com fanáticos como Trump. Se você não pensa como ele, você é um idiota”. Entrevista com Boris Cyrulnik, neuropsiquiatra

    LER MAIS
  • Sobre a possibilidade de um golpe de Estado. Artigo de Jean Marc von der Weid

    LER MAIS
  • Para a pesquisadora, o design das plataformas deixou de ser apenas uma escolha estética de interface e se tornou o principal ator tecnopolítico das Big Techs, moldando o comportamento dos usuários e impactando diretamente o debate democrático

    Economia da atenção: o design algorítmico a serviço da estetização da política. Entrevista especial com Anna Bentes

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

01 Julho 2019

Carlos Rittlcomenta resultado da conferência do clima de Bonn e pacto comercial recém-fechado entre Mercosul e União Europeia.

A reportagem é publicado por Observatório do Clima - OC, 29-06-2019.

O acordo comercial recém-firmado entre União Europeia e Mercosul pode significar estímulo imediato a mais desmatamento e mais violência no campo no Brasil, dado o perfil antiambiental do governo de Jair Bolsonaro. A avaliação é de Carlos Rittl, secretário-executivo do OC.

Neste vídeo, direto de Bonn, Rittl comenta a conferência do clima recém-encerrada na cidade alemã e suas principais conclusões. Também fala sobre o acordo comercial fechado nesta sexta-feira (28), cuja implementação deverá levar dois anos. A impressão que a Comissão Europeia passa, afirma Rittl, “é que o que interessa é a economia, é o acordo econômico entre os blocos de países. Outras questões ficam, por ora, no âmbito do discurso.”

Assista ao vídeo.

 

 

Leia mais