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Um dos principais limites do Aceleracionismo, corrente teórica e filosófica que sugere a intensificação das lógicas capitalistas para que se acelere seu colapso e que tem entre seus principais nomes Mark Fischer e Nick Land, é seu caráter escatológico. A vertente é profícua em apontar e demonstrar os limites do capitalismo e a falta de imaginação política do presente, que parece sempre incapaz de pensar alternativas fora do sistema. Por outro lado, é precária em apontar alternativas compatíveis com os desafios contemporâneos. É aí que a dimensão amazônica entra no debate, mobilizando autores e pensamentos associados aos povos nativos do Brasil e do Sul global, que oferecem maneiras muito ricas de pensar o mundo para além do paradigma ocidental.

“Francisco, um santo, mas também um homem com debilidades”, constata Chiara Frugoni, historiadora italiana e uma das maiores especialistas na vida de Francisco de Assis, cuja festa se celebra nesta semana, no dia 4 de outubro. Leonardo Boff, autor do clássico São Francisco de Assis. Ternura e vigor, comenta as muitas facetas do santo, e constata que ele “representa um dos arquétipos da plena realização humana”. Segundo ele, Francisco é “a referência de um cristianismo despojado, alegre, reconciliado com as sombras e confraternizado com todos os seres”. E, de modo pertinente, atesta: “Enquanto nós somos velhos, ele é novo, mesmo tendo vivido mais de 800 anos antes de nós”.

A criação do Sistema Único de Assistência Social – SUAS, o anúncio do programa “Brasil sem miséria” e a pesquisa revelando que 16 milhões de brasileiros vivem na pobreza extrema, ou seja, uma população equivalente a do Chile, suscitam o debate sobre a política social brasileira na IHU On-Line desta semana.