Proposta de 'diretas já' pode garantir votos favoráveis a Dilma no Senado

Mais Lidos

  • Toda voz universal é divina ou totalitária. Entrevista com Adriana Cavarero

    LER MAIS
  • Médico defende cuidados paliativos no fim da vida e amenização total da dor em pacientes terminais. “O alívio deve ser na dor total: física, espiritual e emocional”, diz

    Cuidados paliativos: 86% das pessoas que precisam de auxílio no fim da vida são abandonadas. Entrevista especial com Angelo Atalla

    LER MAIS
  • Quando a revolta pensa a política: por que Foucault permanece indispensável cem anos depois? Artigo de Márcia Rosane Junges

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

06 Junho 2016

Da coluna de Mônica Bergamo, publicada por Folha de S. Paulo, 06-06-2016.

A proposta de Dilma Rousseff de convocar eleições presidenciais até o fim do ano, num grande acordo para voltar ao cargo e lançar uma campanha pelas "diretas já", poderia virar pelo menos quatro votos no Senado para reverter o afastamento dela. O cálculo é de parlamentares do PT.

A negociação, no entanto, não avança. Um dos motivos apontados: falta de empenho do próprio Lula para que a ideia prospere.

Lula e setores do PT têm dado a parlamentares aliados a forte impressão de que preferem que Michel Temer (PMDB) governe até 2018, apostando em seu desgaste. Isso daria alguma chance novamente aos petistas de voltarem ao poder. Eleições agora, julgam, seriam desastrosas para o partido, que enfrenta a maior rejeição de sua história.