Pablo Neruda na oração inter-religiosa desta semana

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19 Setembro 2014

Neste espaço se entrelaçam poesia e mística. Através de orações de mestres espirituais de diferentes religiões, mergulhamos no Mistério que é a absoluta transcendência e a absoluta proximidade. Este serviço é uma iniciativa feita em parceria com o Prof. Dr. Faustino Teixeira,  teólogo, professor e pesquisador do PPG em Ciências da Religião da Universidade Federal de Juiz de Fora com Paulo Sérgio Talarico, artista plástico de Juiz de Fora.

Pablo Neruda

Muere lentamente quien no viaja, quien no lee, quien no escucha música, quien no halla encanto en si mismo.

Muere lentamente quien destruye su amor propio, quien no se deja ayudar.

Muere lentamente quien se transforma en esclavo del habito, repitiendo todos los días los mismos senderos, quien no cambia de rutina, no se arriesga a vestir un nuevo color o no conversa con desconocidos.

Muere lentamente quien evita una pasión Y su remolino de emociones, Aquellas que rescatan el brillo en los ojos y los corazones decaídos.

Muere lentamente quien no cambia de vida cuando está insatisfecho con su trabajo o su amor, Quien no arriesga lo seguro por lo incierto para ir detrás de un sueño, quien no se permite al menos una vez en la vida huir de los consejos sensatos… ¡Vive hoy! - ¡Haz hoy! ¡Ariesga hoy! ¡No te dejes morir lentamente! ¡No te olvides de ser feliz!

Pablo Neruda

Formou-se em Pedagogia na Universidade do Chile, por volta de 1921. Ganhou o Prêmio “A Festa da Primavera” com o poema "A Canção da Festa". Em 1927, inicia a carreira diplomática. Conhece o poeta Federico Garcia Lorca e Rafael Alberti e, em 1935, dirige a revista Cavalo verde para a poesia.
 
Com a guerra civil espanhola de 1936, é destituído do cargo de cônsul e escreve “Espanha no Coração”, e algum tempo depois elege-se senador. O poeta, que tinha preferência pelas ideias comunistas, leu para mais de 100 mil pessoas, no estádio do Pacaembu, uma homenagem a Luís Carlos Prestes - político comunista brasileiro. Neruda abriu mão de sua candidatura à presidência da república do Chile, no ano de 1973, em favor do socialista Salvador Allende, que possuía as mesmas afinidades ideológicas do poeta.

Em 1965 é outorgado com o título de Doutor Honoris Causa pela Universidade de Oxford. Recebeu em 1971 o Nobel de Literatura.

Morreu em Santiago no ano de 1973. Depois de sua morte, foram publicadas suas memórias com o título “Confesso que vivi”.