“Francisco está renovando a Igreja”, diz Gustavo Gutiérrez

Mais Lidos

  • Na semana do Dia das Mães, a pesquisadora explica como o mercado de trabalho penaliza mulheres chefes de família com filhos e sem cônjuge

    Mães solo e os desafios do cotidiano: dificuldades e vulnerabilidades nos espaços públicos. Entrevista especial com Mariene de Queiroz Ramos

    LER MAIS
  • Padre Josimo: 40 anos depois segue sendo assassinado todo dia. E segue ressuscitando

    LER MAIS
  • Pesquisadora discute sobre a disputa de sexo e gênero no ciclo de estudos Gênero, Religião, Política. Mobilização de crenças e afetos realizado pelo Instituto Humanitas Unisinos – IHU nesta terça-feira, 12-05-2026, às 10h

    O conservadorismo contemporâneo nos debates sobre gênero dentro da perspectiva feminista e antifeminista

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

Por: André | 28 Setembro 2015

Gustavo Gutiérrez considera que o Papa Francisco está renovando o rosto da Igreja católica “com coragem e criatividade” e retomando a opção preferencial pelos pobres, princípio que constitui a essência do Evangelho.

A reportagem é publicada por La Republica, do Peru, 24-09-2015. A tradução é de André Langer.

“Toda volta às fontes, ao frescor do Evangelho, renova o rosto da Igreja. Francisco faz isso com coragem e criatividade, através de palavras e gestos totalmente compreensíveis”, disse o teólogo em uma entrevista concedida à AFP.

O teólogo também considerou como significativa a visita de Francisco aos Estados Unidos e a Cuba, já que é “um convite para uma relação humana e respeitosa entre eles”.

Gutiérrez admitiu que a ideia de uma Igreja em reforma já é antiga, mas que se firmou apesar do seu caráter tradicional. Recordou também que o canal estadunidense Fox News referiu-se a Francisco como “o homem mais perigoso do mundo pelo enérgico questionamento que a encíclica sobre a mudança climática faz sobre uma política econômica centrada no lucro”.