Após pressão, Adidas cancela venda de camisas com conotação machista

Mais Lidos

  • ​Prevenção da violência, enfrentamento da criminalidade e recuperação de jovens em conflito com a lei dependem de políticas que ultrapassem o punitivismo penal, defende o advogado

    Redução da maioridade penal e a lógica punitivista: “A segurança pública não será alcançada apenas por meio do aumento da punição”. Entrevista especial com Alexander Rodrigues de Castro

    LER MAIS
  • Horas antes do cisma ser finalizado, Pagliarani responde ao Papa: "Não somos cismáticos, somos o remédio de que a Igreja precisa"

    LER MAIS
  • Fraternidade Sacerdotal São Pio X e o tradicionalismo católico de 1988 até hoje. Artigo de Massimo Faggioli

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Por: Cesar Sanson | 27 Fevereiro 2014

Material seria usado na Copa e foi retirado do ar após pressão nas redes sociais por parte de organizações feministas e repúdio do governo brasileiro.

A reportagem é publicada por Brasil de Fato, 26-02-2014.

A empresa de material esportivo Adidas teve que se retratar com o publico brasileiro, nesta terça-feira (25), após lançar duas camisetas comemorativas da Copa do Mundo no Brasil. O material foi acusado de ser machista e de incentivar o turismo sexual no país.

Dezenas de organizações feministas se mobilizaram e criticaram o material nas redes sociais durante todo o dia. O governo brasileiro também se posicionou contra a multinacional alemã. O Ministério do Esporte usou sua página no facebook para responder a campanha da empresa e publicou adaptações nas imagens em que a bunda feminina é substituída por um rosto sorridente e a da garota de biquíni por uma baiana.

Além do Ministério, a Empresa Brasileira de Turismo (Embratur) lançou nota em que repudiou “veementemente” o tom das camisetas. O presidente da empresa, Flavio Dino, declarou que a campanha “vai no sentido contrário do que o Brasil defende”.

Em seu twitter oficial, a presidenta Dilma Rousseff declarou que o “Brasil está feliz em receber os turistas que chegarão para a Copa, mas também está pronto para combater o turismo sexual”.

A Adidas, que é patrocinadora oficial da Copa, declarou que retirou os produtos das prateleiras e que as camisetas eram uma edição limitada para o público estadunidense.