O Papa concede o perdão a Paolo Gabriele

Mais Lidos

  • Uma (nova) história do deus - Flávio, cristofascista ‘escolhido’ e totalmente crente. Artigo de Fábio Py

    LER MAIS
  • Interesses particulares descolados de apreciação profunda e respeitosa transformaram a cidade em um canteiro de obras que muitas vezes desconsideram o impacto ambiental e social, priorizando apenas o luxo e o lucro. História da cidade está se perdendo

    “Torres e sua natureza estão sendo assaltadas, negligenciadas e transmutadas”. Entrevista especial com Lara Lutzenberger

    LER MAIS
  • A Palantir não vende mais apenas ‘software’: vende uma teoria tecnofascista de governança global

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

Por: André | 02 Janeiro 2013

Bento XVI concedeu, no dia 22 de dezembro de 2012, o indulto a Paolo Gabriele, seu ex-mordomo condenado a 18 meses de reclusão por roubo agravado com a acusação de ter vazado documentos reservados do escritório Pontifício.

A reportagem está publicada no sítio Vatican Insider, 22-12-2012. A tradução é do Cepat.

A notícia foi dada ao meio-dia de 22 de dezembro pelo Padre Federico Lombardi, diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé. Gabriele encontrava-se na prisão, dentro do Vaticano, desde o passado dia 25 de outubro, quando sua sentença de condenação converteu-se em definitiva no final do processo.

Na sequência, oferecemos o texto do comunicado emitido pela Secretaria de Estado:

“Esta manhã o Santo Padre visitou na prisão a Paolo Gabriele para confirmar-lhe o perdão e comunicar-lhe pessoalmente que acolheu seu pedido de graça, perdoando-lhe a pena infligida. Tratou-se de um gesto paternal para com uma pessoa com a qual o Papa compartilhou durante vários anos um tratamento diário”. “Na sequência, o sr. Gabriele foi libertado e voltou para casa. Embora não possa retomar seu trabalho precedente nem continuar morando no Vaticano, a Santa Sé, confiando na sinceridade do arrependimento manifestado, quer oferecer-lhe a oportunidade de retomar com serenidade a vida junto à sua família”.