Mais um ex-assessor de Flávio Bolsonaro é suspeito de irregularidades

O novo ministro da Infraestrutura Tarcisio Gomes de Freitas, o senador, Flavio Bolsonaro e o presidente eleito, Jair Bolsonaro, durante entrevista à imprensa, no CCBB. Foto: Wilson Dias | Agência Brasil

Mais Lidos

  • “Muitos homens pensam que perder a dominação sobre as mulheres é uma perda da sua própria masculinidade, o que não é verdade. Um homem pode ser homem, ter seus valores e nem por isso precisa dominar mulheres, crianças ou pessoas de outras etnias”, diz a socióloga

    Feminicídio: “A noção de propriedade é profunda”. Entrevista especial com Eva Alterman Blay

    LER MAIS
  • Trump enfrenta uma guerra mais longa do que o esperado no Irã, com problemas no fornecimento de munição e armas

    LER MAIS
  • “É fundamental não olharmos apenas para os casos que chocam pela brutalidade, mas também para as violências cotidianas que atingem mulheres e meninas, que muitas vezes são naturalizadas e invisibilizadas”, adverte a assistente social

    Combate à violência contra as mulheres: “Essa luta ainda é urgente”. Entrevista especial com Cristiani Gentil Ricordi

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

14 Dezembro 2018

Outro ex-assessor parlamentar do deputado estadual Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), filho do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) é suspeito de irregularidades. De acordo com reportagem do jornal O Globo, o tenente-coronel da Polícia Militar fluminense Wellington Servulo Romano da Silva ficou 248 dias no exterior recebendo normalmente o salário da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj).

A reportagem é publicada por Congresso em Foco, 13-12-2018.

Wellington trabalhou por um ano e quatro meses para Flávio Bolsonaro e, segundo a Alerj, não tirou nenhuma licença no período. O ex-assessor parlamentar fez várias viagens para Portugal que, somadas, chegam a 248 dias. Na época ele estava lotado na vice-liderança do PP na Assembleia, então partido do deputado estadual. Wellington chegou a ser nomeado para atuar no gabinete de Flávio e foi exonerado em setembro de 2016.

Segundo a reportagem, o ex-assessor parlamentar está entre as pessoas que transferiram dinheiro a Fabrício de Queiroz, também ex-funcionário de Flávio. A movimentação foi de R$ 1,5 mil. Fabrício é listado em relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) que identificou uma série de transações bancárias consideradas suspeitas. Somados, os valores mapeados pelo órgão ultrapassam R$ 1 milhão.

O Globo apurou que há cerca de dois anos Wellington mora em Portugal. Fabrício não foi encontrado desde a divulgação das informações relacionas ao Coaf na semana passada. Flávio e Jair Bolsonaro tem negado as irregularidades e defendido a devida apuração do caso.

Leia mais