A tragédia de Campinas e a suspensão do Estatuto do Desarmamento. Nada muda, segundo Onyx Lorenzoni

Onyx Lorenzoni | Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Mais Lidos

  • A direita tenta se conectar com as necessidades apresentadas pelas mulheres evangélicas, enquanto o centro e a esquerda têm dificuldade em se aproximarem dessas eleitoras, afirma a socióloga

    A identidade política de direita ainda está em construção. Entrevista especial com Jacqueline Moraes Teixeira

    LER MAIS
  • Irã. Leão XIV: "Profunda tristeza pelo pároco assassinado no Líbano e pelas muitas crianças inocentes"

    LER MAIS
  • Pesquisadora reconstrói a genealogia do ecofascismo e analisa as apropriações autoritárias do pensamento ambiental, desde o evolucionismo do século XIX e o imaginário “ecológico” nazista até suas mutações contemporâneas. Ela examina novas formas de “nacionalismo verde” e explica como a crise climática é instrumentalizada pela extrema-direita para legitimar exclusões, fronteiras e soluções antidemocráticas

    Ecofascistas: genealogias e ideias da extrema-direita "verde". Entrevista com Francesca Santolini

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

12 Dezembro 2018

Com a suspensão do estatuto do desarmamento, se teme que episódios muito comuns nos Estados Unidos, como massacres levados a cabo por atiradores, possam se tornar mais frequentes no Brasil. Vimos uma amostra do que pode acontecer ontem. Em Campinas, um homem armado entrou na Catedral Metropolitana e atirou contra oito pessoas que rezavam no local. Quatro não resistiram aos ferimentos.

A informação é publicada por Outra Saúde, 12-12-2018.

Euler Fernando Grandolpho se matou assim que os policiais entraram na igreja. O homem de 49 anos estava desempregado, morava com o pai, sofria de depressão e, segundo vizinhos, era agressivo e tinha posse de arma. Um perfil, ao que parece, que tem vários pontos de contato com o de autores de atentados assim.

Mas o futuro chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, afirmou ontem que o ataque não muda a disposição do novo governo em liberar as armas. Para ele, “são coisas completamente diferentes” episódios do tipo e armamento da população.

Leia mais