Missio Aachen considera que as freiras estão em perigo devido às estruturas de poder da Igreja

Foto: Fotolia.com/milkovasa | Katholisch

Mais Lidos

  • Trump transformou a Venezuela em um protetorado de fato, e a comunidade internacional prefere ignorar a situação

    LER MAIS
  • A Igreja e o estado. Entre diplomacia e profecia. Artigo de Flávio Lazzarin

    LER MAIS
  • “A recomendação principal é muito objetiva: não esperar o desastre acontecer para começar a agir”, alerta pesquisador

    Mudanças climáticas: “O dano não termina quando a água baixa ou quando a fumaça diminui”. Entrevista especial com Diego Xavier

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

30 Julho 2026

Segundo a organização católica de ajuda humanitária Missio Aachen, as estruturas de poder e dependências eclesiásticas representam uma ameaça particular para as freiras em muitas partes da Igreja mundo afora. A entidade defende a criação de normas canônicas vinculativas para a salvaguarda da vida consagrada.

A informação é publicada por Katholisch, 28-07-2026.

O presidente da Missio Aachen, Dirk Bingener, afirmou que as obrigações de denúncia e os procedimentos diferenciados em casos de abuso não devem se concentrar apenas em menores e adultos vulneráveis, como tem ocorrido até agora. Essa lacuna legal precisa ser fechada no interesse das vítimas, a fim de prevenir essa forma de abuso e impedir que ela continue sendo um tabu.

Trabalho em rede e treinamento contra o abuso

O apelo da Missio ecoa as exigências de especialistas, incluindo a freira queniana e especialista em proteção à infância, Irmã Jacinta Ondeng, a canonista Claudia Giampietro, da Pontifícia Comissão para a Proteção de Menores (PCPM), e a Irmã María Rosaura González Casas, freira e reitora do Instituto de Antropologia da Pontifícia Universidade Gregoriana.

Há anos, a organização humanitária trabalha para criar uma rede mundial de freiras na luta contra o abuso. Ela apoia treinamentos, políticas de proteção, centros de denúncia e suporte psicossocial e jurídico, além de qualificar freiras para se tornarem especialistas e multiplicadoras na área de proteção na África, Ásia e Oceania.

Leia mais