29 Julho 2026
"Jesus deixou de lado sua própria dor porque sentiu que aqueles camponeses estavam em situação pior que a dele. Muitas vezes, damos desculpas para não ajudar: 'Tenho muitos problemas'. E isso provavelmente é verdade. Mas se vivermos pensando apenas em nossos próprios problemas, nunca seremos capazes de ajudar ninguém. Se esperarmos que nossos próprios problemas desapareçam antes de ajudar os outros, nunca ajudaremos ninguém"
O comentário é de Jairo del Agua, para a Liturgia do 18º Domingo do Tempo Comum de 2026 (A), publicado por Religión Digital, 27-07-2026.
Eis o comentário.
Esta Liturgia da Missa dirige-se a todos (de cima ou de baixo) que desejam rezar com a coerência de uma Religião ativa, pouco conhecida pela maioria e não ensinada de forma alguma.
O Pai fez tudo perfeitamente. Tudo foi concedido e perdoado. Tudo está predeterminado nas "leis da Natureza". Ele é eterno e habita fora do tempo e do espaço. O que Ele fez uma vez não pode ser desfeito.
É absurdo pedir que ele interfira em nosso mundo e resolva o que ele já delegou ao nosso governo. Não existe um "deus em parte" que tentamos inutilmente mudar. Nem existe um "fantoche sagrado" que possamos manipular à vontade.
Somos os administradores do nosso mundo e de tudo o que acontece nele. Tudo depende de nós, que possuímos o dom de termos sido criados à imagem e semelhança de Deus. Deus não pode contradizer nossa liberdade nem interferir em nossas decisões. Temos o "Reino de Deus" que reside dentro de nós para iluminar e fortalecer nossas escolhas.
Reconhecer e vivenciar isso juntos como comunidade nos ajuda, nos inspira, nos fortalece e nos motiva. Todo o resto é um placebo ingênuo. Nada virá de cima. As soluções só podem vir da nossa própria consciência e das nossas próprias mãos.
A religião passiva acredita fanaticamente que tudo depende de Deus, que cria e destrói tudo o que nos acontece à sua vontade. É por isso que há tanta insistência em impor a sua vontade com súplicas para que ele se conforme a nós. Trata-se de uma prática desajeitada, ingênua e desesperada, imposta por "guias cegos" que conduzem massas subjugadas e frustradas.
A chamada intercessção é pura idolatria. O Abba te constitui e habita em ti. Ele é uma torrente que te envolve e te protege. Nada nem ninguém pode se interpor entre ti e ninguém, nem te dar mais nada.
“Não farás para ti imagem esculpida, nem figura alguma do que há em cima no céu, nem embaixo na terra, nem nas águas debaixo da terra. Não te curvarás diante delas, nem as servirás…” (Êxodo 20,4 – Deuteronômio 5,8).
“Adorarás o Senhor teu Deus e só a ele prestarás culto” (Mt 4,10 – Lc 4,8).
E começamos:
O amor permanente e terno de Deus Pai, que habita em nós e nos sustenta, a presença luminosa de Jesus Ressuscitado, sua Luz e o impulso de seu Espírito estão com todos vocês.
E com o teu Espírito
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Os meios de comunicação nos lembram, quase diariamente, da fome física que assola muitas partes do mundo. Há também uma grande fome espiritual, uma fome e sede de valores, de algo a que se agarrar e em que ter esperança.
Jesus alimentou as pessoas com compaixão, com sua palavra luminosa e, sobretudo, com seu exemplo.
Ele nos convida agora, a nós, seus discípulos de hoje, a nos oferecermos como alimento e bebida para os outros. Celebremos a Eucaristia fortalecendo nosso compromisso com Ele e nossa fraternidade.
Ato de reconhecimento
Na homilia, ouviremos uma bela história que nos lembra que Deus nos criou para realizarmos a sua obra, para sermos as suas mãos e os seus pés. E para esse propósito, ele nos dotou de qualidades e dons que devemos colocar a serviço dos outros. Reconhecemos esses dons e nos comprometemos a fazê-lo.
Queremos nos comprometer a viver o dom da Paz, tanto interiormente, sentindo a Tua presença, quanto exteriormente, ajudando a semeá-la nos outros. Por isso dizemos: Nós nos comprometemos, Senhor.
Queremos nos comprometer a viver o dom do Amor, descobrindo a cada dia o grande amor que tens por nós e vivendo-o com nossos irmãos e irmãs. Por isso dizemos: Nós nos comprometemos, Senhor.
Queremos nos comprometer a viver o dom da Bondade e da Ajuda, ajudando a nós mesmos a crescer em nossa realização pessoal e auxiliando os outros de todas as maneiras possíveis. É por isso que dizemos: Nós nos comprometemos, Senhor.
Deus Pai, em seu amor, tem misericórdia de nós, compreende nossas falhas e nos guia pela mão para a vida eterna. Amém.
Glória
Glória a Deus nas alturas…
Tu que tiras o pecado do mundo, tem misericórdia de nós...
Tu que tiras o pecado do mundo, Tu ouves as nossas orações.
Tu que estás sentado à direita do Pai, tende misericórdia de nós…
Oração Coletiva
Senhor, aqui estou diante de Ti. Venho me colocar em Tua presença, tal como sou. Agradeço-Te por cada uma das bênçãos e benefícios que concedeste à minha vida e desejo retribuir com amor às magníficas obras que realizas por meu intermédio. Ofereço-Te meus cinco pães e dois peixes para que, com a minha ajuda, possas continuar a semear solidariedade e apoio mútuo em nosso mundo. Amém.
Leitura do livro de Isaías (55,1-3):
Assim diz o Senhor: “Venham, todos vocês que estão com sede, venham às águas; e vocês que não têm dinheiro, venham, comprem e comam; venham, comprem vinho e leite sem dinheiro e sem custo. Por que gastar dinheiro com o que não é pão e o seu trabalho com o que não satisfaz? Ouçam-me atentamente e comam o que é bom, e a sua alma se deliciará com a mais rica das iguarias. Inclinem os seus ouvidos e venham a mim; ouçam, para que vocês vivam. Farei com vocês uma aliança eterna, a minha fidelidade prometida a Davi.”
Palavra de Deus
Salmo 144
R/. Abre a tua mão, Senhor, e satisfaz-nos.
O Senhor é gracioso e misericordioso,
Pacientemente irado e abundante em misericórdia;
O Senhor é bom para todos,
Ele é carinhoso com todas as suas criaturas. R/.
Todos os olhares estão voltados para você.
Você lhes dá a comida na hora certa;
Você abre a mão,
e tu satisfazes todas as criaturas vivas com favores. R/.
O Senhor é justo em todos os seus caminhos,
Ele é bondoso em todas as suas ações;
O Senhor está perto de todos os que o invocam.
daqueles que o invocam sinceramente. R/.
Leitura da carta do apóstolo São Paulo aos Romanos (8,35, 37-39):
Quem nos separará do amor de Cristo? Será tribulação, angústia, perseguição, fome, nudez, perigo ou espada?
Mas em todas estas coisas somos mais que vencedores, por meio daquele que nos amou. Pois estou convencido de que nem a morte nem a vida, nem anjos nem demônios, nem o presente nem o futuro, nem quaisquer poderes, nem altura nem profundidade, nem qualquer outra coisa em toda a criação, poderá nos separar do amor de Deus que está em Cristo Jesus, nosso Senhor.
Palavra de Deus
Leitura do santo evangelho segundo Mateus (14,13-21):
R/Glória a ti, Senhor.
Naquela época, quando Jesus soube da morte de João Batista, retirou-se de barco para um lugar deserto, onde estava sozinho. Quando as multidões souberam disso, seguiram-no a pé, vindas das cidades. Ao desembarcar, viu uma grande multidão e, movido de compaixão, curou os enfermos. Ao cair da tarde, os discípulos aproximaram-se dele e disseram: "Este lugar é deserto e já é muito tarde; despeça a multidão para que possam ir às aldeias comprar comida".
Jesus respondeu: "Eles não precisam ir embora; deem-lhes vocês mesmos algo para comer".
Eles responderam: "Só temos aqui cinco pães e dois peixes".
Ele disse a eles: "Tragam-nos até mim".
Ele disse ao povo que se sentasse na grama e, tomando os cinco pães e os dois peixes, olhou para o céu, deu graças, partiu os pães e os entregou aos discípulos; os discípulos os distribuíram ao povo. Todos comeram e ficaram satisfeitos, e os discípulos recolheram doze cestos cheios de pedaços que sobraram. Os que comeram eram cerca de cinco mil homens, além de mulheres e crianças.
A Palavra do Senhor.
R/Glória a ti, Senhor Jesus
Homilia
Certa vez, uma loja de fotocópias colocou esta placa na entrada: “Fizemos um pacto com Deus: Deus não faz fotocópias e nós não realizamos milagres.”
Aparentemente, alguns clientes estavam reclamando que as fotocópias não estavam bem feitas, e a placa era uma forma de dizer a eles que estavam fazendo o melhor possível.
Nós também, quando alguém exige demais de nós, muitas vezes dizemos: "Bem, eu não faço milagres". O Evangelho de hoje nos diz que podemos, e até devemos, fazer milagres. E nos ensina como fazê-los.
Mas atenção: não se trata de milagres como os entendemos e como nos foram contados, como uma intervenção externa, vinda de fora, de Deus.
Deus não pode intervir diretamente em nossa história, em nossas vidas, porque isso contrariaria seu projeto original e um dos principais dons que ele nos deu: a liberdade.
Deus não intervém de fora; Ele age dentro de cada um de nós, nos impulsionando e motivando a agir. Somos nós que devemos realizar os milagres.
Os Evangelhos narram 35 milagres realizados por Jesus. O que mais impressionou os primeiros cristãos foi a multiplicação dos pães, por ser o único mencionado nos quatro Evangelhos. Isso não se deve ao seu caráter espetacular, mas à mensagem que transmite.
Vamos lá:
O Evangelho nos conta que Jesus soube do assassinato de João Batista, seu primo, por quem nutria grande afeição. Ele ficou profundamente comovido com a notícia. Sentiu-se triste e magoado, e desejou ficar a sós para desabafar. Então, foi de barco a um lugar isolado, para encontrar-se com o Pai em oração íntima.
Eis a nossa primeira lição: nós também enfrentamos problemas, dores e preocupações, e precisamos desabafar. Então, o que fazemos?
Algumas pessoas recorrem ao álcool para escapar e se anestesiar. Muitos jovens, com problemas em casa, frequentemente se entregam à bebida com os amigos para fugir de suas dificuldades. Outros procuram um curandeiro, um vidente ou alguém que possa prever o futuro e acalmá-los. Outros ainda querem morrer, se matar ou matar alguém, como vemos com frequência nos noticiários.
Jesus nos ensina que a atitude correta ao atravessarmos momentos difíceis é buscar o diálogo com Deus. Deus é o nosso equilíbrio, a nossa paz, o nosso melhor conselheiro. Deus é a nossa luz e o nosso amparo em tempos de angústia.
Há duas semanas, falamos novamente sobre aquela “oração de impregnação” que nos ajuda a mergulhar para encontrar Deus, sentir seu amor e força, que nos vitaliza e nos ajuda a enfrentar os problemas com clareza.
Até mesmo Jesus, que era uma pessoa equilibrada, precisou buscar a Deus quando estava aflito. Quanto mais nós, seres insignificantes e passageiros, precisamos nos apoiar em Deus!
Hoje, podemos nos perguntar: a quem recorremos para desabafar quando nos sentimos tristes?
É ótimo procurar um amigo, um psicólogo ou alguém que nos entenda. Mas será que nos lembramos do Pai, que habita em nós e está sempre conosco?
Será que ao menos consideramos que Ele existe e habita em nós para nos sustentar e iluminar? Não precisamos pedir a Ele, basta nos apoiarmos nEle. Ele sabe do que precisamos e nos dá livremente, sem que precisemos pedir…
Uma das breves orações que repito com mais frequência para me lembrar de quem está sempre comigo e para me sentir segura é esta: “A Ti me abandono, confio em Ti, repouso em Ti”. Isso não significa que vou parar de fazer o que preciso para resolver meus problemas. Mas, na maioria das vezes, o que nossa vulnerabilidade precisa é se sentir amparada e eliminar nossos medos. Sentir que existe uma Presença Infinita dentro de mim que me sustenta e me acompanha, me acalma e me preenche de alegria.
O Evangelho continua a narrar como a intenção de Jesus de estar sozinho foi frustrada, pois as pessoas descobriram para onde ele ia e o seguiram a pé. Assim, quando chegou, encontrou uma grande multidão ansiosamente à sua espera, com seus doentes, seus problemas e seus sofrimentos.
Ao vê-los, Jesus decidiu atendê-los e começou a ensiná-los e a ouvi-los, adiando o que inicialmente pretendia fazer. Ele se esqueceu de sua própria dor, de sua tristeza e de seu desejo de solidão e paz. Havia outros que precisavam dele. Esta é a segunda lição que o Evangelho de hoje nos ensina.
Todos nós temos problemas. Mas às vezes devemos avaliar o que é mais urgente: nossas próprias necessidades ou obrigações, ou ajudar pessoas que precisam mais do que nós. Alguém expressou essa atitude com uma bela frase: “Deixar Deus por Deus”.
Se tivermos boa memória, todos nos lembraremos da "parábola do Bom Samaritano". Jesus, nessa ocasião, praticou exatamente isso. Esta é uma reflexão muitas vezes negligenciada pelos fiéis ao comentarem o Evangelho de hoje.
Jesus deixou de lado sua própria dor porque sentiu que aqueles camponeses estavam em situação pior que a dele. Muitas vezes, damos desculpas para não ajudar: "Tenho muitos problemas". E isso provavelmente é verdade. Mas se vivermos pensando apenas em nossos próprios problemas, nunca seremos capazes de ajudar ninguém. Se esperarmos que nossos próprios problemas desapareçam antes de ajudar os outros, nunca ajudaremos ninguém.
O Evangelho continua, dizendo que, ao cair da noite, os discípulos pediram a Jesus que mandasse a multidão embora para que pudessem ir comprar comida. Mas Jesus disse-lhes para lhes darem algo para comer. Os discípulos, então, trouxeram os poucos pães e peixes que tinham, e assim aconteceu o “milagre” de todos poderem comer.
Como cinco mil pessoas conseguiram se alimentar com cinco pães e dois peixes? O Evangelho não diz. Mas a interpretação racional, não milagrosa, é que o compartilhamento multiplica os recursos de todos.
A atitude de Jesus de compartilhar o pouco que tinham inspirou outros a fazerem o mesmo, e a notícia se espalhou entre todos, e todos compartilharam o que possuíam.
E, a julgar pelo que sobrou, parece que muitos trouxeram quantidades generosas, mas apenas para si mesmos. Quando o estoque foi contabilizado, constatou-se que havia o suficiente para todos e até sobrou um pouco.
É mais fácil e impactante pensar em milagres do que em atitudes e valores. Mas os ensinamentos de Jesus não eram uma demonstração de poder para ele se vangloriar. Jesus veio para iluminar nossas vidas e nos ensinar o Caminho, não para se exaltar.
Infelizmente, as interpretações tradicionais dos chamados milagres têm se concentrado mais na exaltação do que nas lições de Jesus para a nossa vida cotidiana.
O jesuíta Anthony de Mello relatou que, numa noite de inverno extremamente fria, enquanto caminhava por uma rua na Índia, deparou-se repentinamente com uma menina tremendo de frio numa esquina, vestindo um vestido fino, morrendo de fome e sono.
Ao vê-la, foi tomado por profunda tristeza, ergueu os olhos ao céu e disse a Deus: "Por que permites essas coisas? Por que não fazes nada para resolver isso?"
Então ele sentiu em seu coração que Deus estava lhe respondendo: “Como assim eu não faço nada? Eu te criei.”
E ele diz: “Desde aquele dia, toda vez que vejo pobreza, injustiça ou dor, sinto-me tentado a dizer a Deus: 'Senhor, por que o Senhor não faz algo para resolver isso?' E ouço a voz de Deus me dizendo: 'Anthony, por que você não faz algo para resolver isso?'”
Para que veio Jesus, para se exibir e esfregar seus poderes em nossas caras ou para nos ensinar a ser humanos?
Ao ler o Evangelho, procure a luz que lhe mostra o Caminho da sua conduta, não os milagres que você jamais será capaz de realizar.
Embora, por vezes, a sua decisão e o seu empenho possam gerar frutos extraordinários. Penso agora na decisão e nos resultados de uma freira pobre como a Madre Teresa de Calcutá. Toda a sua vida foi um milagre, mas tudo começou com as suas atitudes e conduta, bem como com as de muitos outros que foram tocados pelo seu exemplo, incluindo as suas companheiras freiras.
O mundo só pode melhorar "por meio de nossas próprias mãos". Deus já fez tudo, e fez bem. Não peça milagres e não espere por eles.
Crença
Padre: — O senhor crê em Deus, nosso Pai, que criou todas as coisas e cuida de nós com amor?
Todos. - Sim, nós acreditamos.
Sacerdote: Você crê em Jesus Cristo, que fez morada entre nós para nos dar o conhecimento de Deus Pai?
Todos. - Sim, nós acreditamos.
Padre: O senhor acredita no Espírito Santo que habita em nós e inspira a Igreja e todos a construir um mundo melhor?
Todos. Sim, nós acreditamos.
Padre: O senhor acredita na ressurreição e na vida eterna, da qual já começamos a desfrutar aqui e que desfrutaremos plenamente ao final de nossa jornada por esta vida?
Todos. Sim, nós acreditamos.
Oração Universal
Irmãos e irmãs, a passagem sobre a multiplicação dos pães nos lembra que Jesus conta conosco para satisfazer a fome material e espiritual das pessoas. Oremos.
Queremos ser pão para os outros.
- Desejamos que a Igreja seja uma mestra da humanidade, lembrando-nos sempre e em todas as circunstâncias, especialmente nas periferias do mundo, que o que é verdadeiramente importante é saber olhar para saber amar.
Queremos ser pão para os outros.
- Em nossas paróquias e comunidades religiosas, viveremos com profundidade, amparados por aquele Deus que habita em nós e nos constitui, a missão de ajudar.
Queremos ser pão para os outros.
- Nós, os crentes, teremos consciência de que não precisamos esperar por nada, tudo já nos foi dado; basta descobrirmos que o Reino de Deus está dentro de nós e agirmos a partir daí.
Queremos ser pão para os outros.
Bom Pai, comprometemo-nos a fazer desta Eucaristia uma nova oportunidade para reconhecer o Deus que habita em nós e nos constitui como seres humanos, e que nos pede que nos doemos aos outros. Obrigado por vosso Filho Jesus, que, ressuscitado dos mortos, vive para sempre. Amém.
No momento da apresentação da oferta de toda a Igreja, oremos a Deus Pai Misericordioso.
Que o Senhor receba esta oferta de suas mãos, para o louvor e glória do seu nome, para o nosso bem e o de toda a sua santa Igreja.
Ofertas de Oração
Apresentamos a vocês o pão e o vinho: o pão das nossas refeições, o vinho das celebrações e da alegria. Ao lado deles, apresentamos as nossas vidas: a nossa modesta riqueza e a nossa pobreza, as nossas necessidades e o que temos em abundância. Oferecemos e apresentamos tudo isso aqui, não apenas em palavras, mas com generosidade e em verdade. PJNS
Prefácio
O Senhor está convosco
E com o teu Espírito
Elevemos nossos corações
Nós o elevamos ao Senhor.
Damos graças ao Senhor nosso Deus.
É justo e necessário.
Bendito sejas Tu, Deus Pai, por nos teres dado Jesus de Nazaré, a quem pretendemos seguir como nosso único líder e a quem amamos como amigo e irmão.
Ele conheceu a pobreza em primeira mão, viveu uma vida nômade.
Ele estendeu a mão aos marginalizados e proscritos, e ajudou os doentes e indefesos o máximo que pôde.
Jesus nos ensinou a compartilhar nossos pães e peixes, a dedicar nosso tempo aos outros,
Ouvir e abordar os seus problemas.
Seguindo Jesus, Santo Padre,
É sentir-se responsável pelas tragédias de
Este mundo é sobre cuidar dos outros.
para demonstrar nossa solidariedade e empatia,
defender e promover ativamente
causas justas.
Não é uma tarefa fácil, mas Jesus estará conosco.
Por isso, elevamos agora este hino de louvor a ti.
Santo, Santo, Santo é o Senhor, Deus do Universo; o céu e a terra estão cheios da tua glória.
Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas!
Consagração e Oração
Bendito seja Jesus, vosso mensageiro,
O amigo das crianças e dos simples.
Ele veio para nos ensinar.
como devemos te amar
e amar uns aos outros.
Ele veio para arrancar nossos corações.
o mal que nos impede de sermos amigos
e o ódio que nos impede de sermos felizes.
Ele prometeu que o Seu Espírito Santo
Ele estará sempre conosco.
para que possamos viver
como seus verdadeiros filhos.
Recebemos o teu Espírito com alegria.
para que ele possa santificar este pão e este vinho e
tornar-se para nós
no sacramento do Corpo e Sangue de Jesus
O próprio Jesus,
pouco antes de morrer,
Ele nos deu provas do seu amor.
Estando sentado à mesa com seus discípulos, ele tomou o pão,
Ele fez uma oração para te abençoar e agradecer,
Ele partiu o bolo e o entregou aos seus discípulos, dizendo-lhes:
Tomem e comam dele, todos vocês.
Porque este é o meu corpo,
que será entregue por você.
Da mesma forma, ele pegou a taça cheia de vinho,
Ele te agradeceu com uma oração de bênção.
E ele transmitiu a mensagem aos seus amigos, dizendo:
Tomem e bebam dela, todos vocês,
porque este é o cálice do meu Sangue,
Sangue da nova e eterna aliança,
que será derramado por vocês
e para todos os homens
Para iluminar suas vidas.
Façam isto em memória de mim.
Este é o Sacramento da nossa fé.
Anunciamos e proclamamos a tua ressurreição, vem, Senhor Jesus!
Portanto, bom Pai, nós nos lembramos agora.
a ressurreição de Jesus, o Salvador de
mundo, e renovamos nossa fraternidade.
Ele se colocou em nossas mãos.
para que possamos oferecê-lo a vocês como nossa oferta.
E, juntamente com Ele, ofereçamo-nos a Ti.
Tu nos ouves, Senhor nosso Deus;
E você nos dá o seu Espírito de amor.
Aos que participaram desta refeição,
para que possamos viver cada dia
mais unidos na Igreja,
com o Santo Padre, o Papa Leão,
com o nosso Bispo N…,
os outros bispos,
e todos aqueles que trabalham para o seu povo.
Não nos esquecemos das pessoas que amamos.
nem aqueles que deveríamos amar mais.
Agradecemos porque nosso
irmãos falecidos… parentes
amigos e membros da nossa comunidade
Eles já estão contigo em Tua morada celestial.
E um dia, nos encontraremos novamente.
Com Maria, a Virgem, Mãe de Deus e nossa Mãe, seu esposo São José, os santos
e todas as pessoas boas
Para celebrar a grande festa celestial.
Então todos os amigos de Jesus, nosso Senhor, poderão cantar para ti sem fim.
Por Cristo, com Ele e n'Ele, na unidade do Espírito Santo, toda a honra e toda a glória sejam dadas a Ti, Pai todo-poderoso, para sempre. Amém.
Nosso Pai
NOSSO PAI E NOSSA MÃE
QUEM SOMOS E COMO VIVEMOS.
Santificado seja o teu nome.
Venha o teu reino.
Seja feita a tua vontade.
na terra como no céu.
VOCÊ NOS DÁ HOJE
O PÃO NOSSO DE CADA DIA.
TU PERDOAS OS NOSSOS PECADOS
E queremos perdoar.
Aqueles que nos ofende
Não nos deixes cair em tentação.
E livra-nos do mal. Amém.
Senhor, ajude-nos a vencer nossos males.
Tu que disseste aos teus apóstolos: “Deixo-vos a paz, Eu te dou a paz”, você não leva em consideração o nosso
pecados, mas a fé da tua Igreja, e segundo a tua palavra, nos dás paz e unidade. Tu que vives
Para sempre e sempre. Amém.
Cordeiro de Deus
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, Vós nos dais a paz.
Jesus nos convida a sermos o pão partido e compartilhado com os outros.
Oração final
Para crer em ti, é preciso ter fome, pois tu habitas no pão tenro que é partido e repartido em toda casa, mesa e encruzilhada, entre irmãos, estrangeiros e viajantes.
Para crer em ti, é preciso ter fome, pois tu és um banquete para os pobres, um saque para os mendigos que, vazios, sem campos nem celeiros, descobrem que são ricos.
Para acreditar em ti, é preciso ter fome, fome de vida e de justiça, uma fome que não se sacia com palavras vãs e vazias, pois, embora possam nos surpreender e cativar, não nos alimentam nem nos satisfazem.
Para acreditar em si mesmo, é preciso ter fome, porque sem ela esquecemos facilmente os dois terços que estão famintos, entre os quais você se perde, pois são eles que mais te atraem.
Para acreditar em si mesmo, é preciso ter fome e manter vivo o desejo por um pão diferente daquele que nos vendem nos mercados, praças e encontros onde tudo é comprado e vendido.
Para acreditar em ti, é preciso ter fome e, às vezes, sufocar ao te ouvir, para descobrir a novidade da tua presença e da tua mensagem neste mundo sem ilusões.
Para acreditar em você, é preciso se encarnar, viver entre os mais humildes, ter um grande desejo de compartilhar os cinco pães e os dois peixes e todas as ilusões e necessidades.
Bênção
O Senhor te abençoa, Ele te guarda
E ele tem você tatuado nas palmas das mãos.
Ele te acompanha em todos os caminhos.
E Ele faz prosperar a obra das tuas mãos.
Que você sempre se sinta acolhido e abençoado por este Deus amoroso.
Pai, Filho e Espírito Santo. AMÉM.
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