Papa recebe Maria Corina Machado em audiência no Vaticano

Papa Leão XIV e Maria Corina Machado | Foto: Vatican Media

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13 Janeiro 2026

Leão XIV recebeu a líder da oposição venezuelana e ganhadora do Prêmio Nobel da Paz, Maria Corina Machado, no Vaticano nesta segunda-feira, segundo a Sala de Imprensa da Santa Sé.

A reportagem é de José Lorenzo, publicada por Religión Digital, 12-01-2026.

O Papa Leão XIV recebeu María Corina Machado, líder da oposição venezuelana e ganhadora do Prêmio Nobel da Paz, no Vaticano nesta segunda-feira, segundo a Sala de Imprensa da Santa Sé. O nome da líder do principal movimento de oposição ao regime de Nicolás Maduro aparece no fim de uma longa lista de nomes recebidos pelo Papa em audiência nesta manhã.

Esta é a primeira aparição pública de Machado desde a captura e transferência de Maduro para os Estados Unidos em 2 de janeiro, após uma intervenção de um grupo de forças especiais americanas que resultou na morte de cerca de 100 pessoas, a maioria membros da guarda do líder deposto.

Machado, que após a intervenção ordenada por Donald Trump havia manifestado o desejo de retornar em breve à Venezuela para participar da transição política, adiou seus planos iniciais depois que o presidente americano indicou que a estratégia política que uniu as forças de oposição não contava com o respeito nem o apoio dos venezuelanos. Trump tem um encontro marcado com a política venezuelana em Washington esta semana.

Recentemente, surgiram notícias de que o Vaticano tentou mediar a entrada de Maduro na Rússia para evitar o que poderia ter se tornado um banho de sangue, mas essa tentativa foi rejeitada pelos Estados Unidos, que decidiram intervir e liderar a transição por conta própria, por ora, sem o envolvimento de Corina.

Após sua intervenção na Venezuela, o Papa, depois da oração do Angelus em 4 de janeiro, expressou sua "preocupação com a evolução da situação na Venezuela" e insistiu que "o bem do amado povo venezuelano deve prevalecer acima de qualquer outra consideração e levar à superação da violência e ao início de caminhos de justiça e paz", exortando que "a soberania do país", a Constituição e "os direitos humanos de cada pessoa" sejam respeitados.

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