Lefebvrianos acusam Papa Francisco de “repressão implacável”

Foto: Religión Digital

Mais Lidos

  • PEC 6x1: o que defendem Lula e Flávio Bolsonaro

    LER MAIS
  • Equipe de Flávio Bolsonaro prevê freio em aposentadorias, BPC, saúde e educação

    LER MAIS
  • "Demorei a abrir os olhos para os excessos da autoridade e os maus-tratos": religiosas que são vítimas do controle, da infantilização e da humilhação

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

09 Junho 2022

 

A FSSPX critica a suspensão das ordenações em uma diocese francesa.

 

“É um fato evidente que o Papa Francisco e alguns de seus colaboradores decidiram reduzir aqueles que são apegados ao rito antigo e que são considerados obstáculos às reformas pós-conciliares”. “Parar de ordenar é um castigo indiscriminado”, apontam os seguidores de Marcel Lefebvre.

 

A reportagem é de José Lorenzo, publicada por Religión Digital, 08-06-2022.

 

"Uma repressão cada vez mais implacável" do Papa Francisco contra os tradicionalistas. É assim que os seguidores de Marcel Lefebvre catalogam a paralisação pelo Vaticano das ordenações sacerdotais marcadas para o final deste mês de junho na diocese francesa de Fréjus-Toulon.

 

“Num pontificado cujo fim parece cada vez mais próximo, a repressão contra o que é considerado um desvio torna-se cada vez mais implacável. D. Rey acaba de experimentá-lo de maneira dolorosa e amarga”, apontam da Fraternidade Sacerdotal São Pio X (FSSPX), aludindo a Dom Dominique Rey, cujas ordenações foram paralisadas pela Santa Sé após uma visita canônica devido a “A reestruturação do seminário e da política de acolhimento na diocese”.

 

"Punição indiscriminada"

 

Aparentemente, Rey transformou sua diocese em um centro de acolhimento para várias sensibilidades eclesiais, incluindo padres e seminaristas tradicionalistas, o que teria motivado a intervenção do Vaticano.

 

“Certamente, é provável que erros de apreciação tenham sido cometidos, seja na recepção de padres estrangeiros na diocese, seja na eleição de seminaristas. Mas interromper as ordenações por esse motivo é uma punição indiscriminada”, apontam os seguidores de Marcel Lefebvre.

 

“É um fato evidente que o Papa Francisco e alguns de seus colaboradores decidiram reduzir aqueles que são apegados ao rito antigo e que são considerados obstáculos às reformas pós-conciliares”, destacam da FSSPX e concluem que “provavelmente o o crime que ele imputa a Monsenhor Rey é o do filotradicionalismo”.

 

Leia mais