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30 Junho 2021

 

Bolha e sem ver o caminho. 'Eu peço oração'

"Hoje foi um dia difícil, tem sido uma semana difícil, dei uma entrevista para Folha e vocês vão me perguntar 'pra que para a Folha, né?' Porque a gente precisa conversar com todos, fazer a informação chegar a todos. Nós vivemos numa bolha, vocês que estão aqui para me ver, para ouvir o que tenho a dizer, nós somos uma bolha que acreditamos no presidente. (...) Eu peço oração. Porque quem sabe Deus possa nos ajudar? Quem sabe Deus possa indicar um caminho? Porque tem hora que é difícil. A gente olha e não enxerga um caminho. Mas a gente olha para cima e diz: ‘Meu Deus, por favor me dê forças para seguir só mais um dia’" - Carla Zambelli, deputada federal - PSL-SP - Congresso em Foco, 30-06-2021.

 

A biografia ou o cargo?

“Já se depararam com o dilema Luiz Henrique Mandetta, Nelson Teich e Eduardo Pazuello. Enfrenta-o agora Augusto Aras. E eu poderia ocupar o resto da coluna citando outros nomes. O dilema de que falo é: a biografia ou o cargo? (...) Para quem olha de fora e não é um militante governista, parece óbvio que a biografia deveria valer mais do que um período breve de poder efêmero. Ainda assim, não são poucos os que se curvam a despropósitos de chefes. Como explicar isso?” – Helio Schwartsman, jornalista – Folha de S. Paulo, 30-06-2021.

 

A questão moral, o bom samaritano e os seminaristas

“Minha hipótese é que temos dificuldade para identificar questões morais e abordá-las com a gravidade que exigem. O mais comum é nem reconhecermos sua dimensão moral e as tratarmos como decisões ordinárias, não muito diferentes da escolha da cor das meias que usaremos. Isso fica claro em experimentos como o do bom samaritano. Nele, seminaristas que haviam se preparado para falar sobre a parábola bíblica (e deveriam, portanto, estar propensos a ajudar o próximo) são em seguida colocados diante de um ator que lhes pede socorro. O que determina suas reações é basicamente a pressa: 90% dos seminaristas que achavam estar atrasados para um compromisso ignoraram os apelos; dos que acreditavam ter tempo, 63% ajudaram” – Helio Schwartsman, jornalista – Folha de S. Paulo, 30-06-2021.

 

Humores dos donos do dinheiro

“Momentos de tumulto político e de perspectiva de vitória eleitoral da esquerda não raro causam estresse nos povos dos mercados financeiros. Jair Bolsonaro afunda em rolos e más notícias variadas, o que por ora favorece Lula da Silva (PT), pois até agora a “terceira via” não consegue nem ao menos ser o fantasma dessa opereta. Na pesquisa de opinião mais precisa dos humores dos donos do dinheiro, no câmbio e nas taxas de juros, não aparece preocupação com esse cenário político. Pelo menos até agora, antes da vacina com propina” – Vinicius Torres Freire, jornalista – Folha de S. Paulo, 30-06-2021.

 

Hipóteses

“Calmaria na finança internacional, dívida pública crescendo menos, perspectiva de PIB maior, Banco Central livre para tocar o aumento de juros e capital entrando de novo no país podem ser a combinação de calmantes, o sedativo temporário. Nas explicações alternativas estariam as hipóteses de que a eleição ainda está longe, de que pode surgir uma “terceira via”, de que Lula vai perder ou, improvável, de que não faria diferença se o PT vencesse Bolsonaro” – Vinicius Torres Freire, jornalista – Folha de S. Paulo, 30-06-2021.

 

Com essa reforma, a casa cai

“Guedes – que não consultou os liberais no governo e muito menos sua base na sociedade – prometeu ao assumir que jamais aumentaria ou criaria impostos. Também prometeu redução de alíquotas, induzindo crescimento sem comprometer a arrecadação global. Em uma surpreendente reviravolta, pode virar herói de adeptos de Mercadante, Chauí e Maria da Conceição Tavares” – Helio Beltrão, engenheiro com especialização em finanças e MBA na universidade Columbia, presidente do instituto Mises Brasil – Folha de S. Paulo, 30-06-2021.

 

Minguante apoio dos liberais

“Guedes pode ter lá suas racionalizações para justificar a tomada do dinheiro pelo estado (não privatizou, os gastos aumentaram, e precisa lidar com o déficit), mas bem sabe que com essa reforma, cai o investimento, cai o nível de emprego e de renda. Um dos pilares de sustentação do governo tem sido o minguante apoio dos liberais – a saída de Salim Mattar e Paulo Uebel marcou o início do distanciamento. Agora Guedes trai o apoio que lhe sobrava em prol de satisfazer a Receita Federal. Com essa reforma, a casa cai.”Helio Beltrão, engenheiro com especialização em finanças e MBA na universidade Columbia, presidente do instituto Mises Brasil – Folha de S. Paulo, 30-06-2021.

 

#SuperImpeachment já

“Mesmo com todas as evidências, não podemos subestimar e achar que o governo ruirá sozinho. É preciso agir agora para conter a deterioração e estancar o sofrimento da população. Já sepultamos mais de meio milhão de pessoas pela Covid-19. É hora de impedir que Bolsonaro enterre, também, nossa democracia. Vamos nos juntar nas ruas e nas redes. Apoie a convocação da Coalizão Negra por Direitos, Povo Sem Medo e Brasil Popular para os protestos no dia 3 de julho, e assine e compartilhe nas redes a campanha pelo #SuperImpeachment já” - Ilona Szabó de Carvalho, empreendedora cívica, mestre em estudos internacionais pela Universidade de Uppsala (Suécia) – Folha de S. Paulo, 30-06-2021.

 

Canastrice pura

“O dramático brado do ministro Onyx Lorenzoni contra os que denunciam casos de corrupção no governo Bolsonaro, jurando pureza administrativa há 30 meses, soou completamente falso. Canastrice pura” – Rosângela Bittar, jornalista – O Estado de S. Paulo, 30-06-2021.

 

Ao alcance

“As seguidas derrotas do presidente nas Cortes superiores e no encaminhamento de projetos de seu interesse no Congresso, além do suadouro que a CPI da Pandemia está lhe dando no Senado, mostram claramente que o arranjo que mantém Bolsonaro no poder ainda não pode tudo – e está ao nosso alcance fazer com que jamais possa” – editorial “Teste de estresse”O Estado de S. Paulo, 30-06-2021.

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