Desigualdade pesa mais que faixa etária nas mortes pela covid-19 no Brasil, diz estudo

Foto: Tânia Rego/Agência Brasil

Mais Lidos

  • O manifesto perturbador da Palantir recebe uma enxurrada de críticas: algo entre o tecnofascismo e um vilão de James Bond

    LER MAIS
  • A socióloga traz um debate importante sobre como as políticas interferem no direito de existir dessas pessoas e o quanto os movimentos feministas importam na luta contra preconceitos e assassinatos

    Feminicídio, lesbocídio e transfeminicídio: a face obscura da extrema-direita que viabiliza a agressão. Entrevista especial com Analba Brazão Teixeira

    LER MAIS
  • Trump usa o ataque para promover sua agenda em meio ao bloqueio de informações sobre o Irã e índices de aprovação em níveis historicamente baixos

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

13 Abril 2021

As desigualdades sociais e econômicas entre as regiões do Brasil foram mais decisivas na disseminação da covid-19 e no aumento do número de mortes do que a faixa etária da população mais atingida e a presença de doenças crônicas - como ocorreu em diversos países da Europa. O levantamento foi feito por pesquisadores brasileiros ligados ao Instituto de Estudos para Políticas de Saúde (IEPS) e foi publicado na Lancet, uma das mais importantes revistas científicas do mundo.

A reportagem é de Roberta Jansen, publicada por O Estado de S.Paulo, 13-04-2021.

Comparando os índices de vulnerabilidade sócioeconômica dos Estados aos registros de casos e mortes por covid, o trabalho mostra que o impacto foi maior nas regiões mais pobres, com menos recursos médicos, como Norte e Nordeste. O Brasil já acumula mais de 355 mil óbitos pelo vírus, com média de mais de 3 mil vítimas diárias.

A íntegra da reportagem pode ser lida aqui.

 

Leia mais