China se diz aberta a trocas com o Vaticano

Foto: Marco Calvarese

Mais Lidos

  • ​Prevenção da violência, enfrentamento da criminalidade e recuperação de jovens em conflito com a lei dependem de políticas que ultrapassem o punitivismo penal, defende o advogado

    Redução da maioridade penal e a lógica punitivista: “A segurança pública não será alcançada apenas por meio do aumento da punição”. Entrevista especial com Alexander Rodrigues de Castro

    LER MAIS
  • Horas antes do cisma ser finalizado, Pagliarani responde ao Papa: "Não somos cismáticos, somos o remédio de que a Igreja precisa"

    LER MAIS
  • Fraternidade Sacerdotal São Pio X e o tradicionalismo católico de 1988 até hoje. Artigo de Massimo Faggioli

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

29 Novembro 2019

A China aprecia o gesto de boa vontade do Papa Francisco e está aberta a trocas com o Vaticano, disse um porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China em resposta ao fato de o Papa Francisco ter expressado o seu desejo de visitar Pequim.

A reportagem é de Global Times, 28-11-2019. A tradução é de Moisés Sbardelotto.

O porta-voz, Geng Shuang, disse na quinta-feira que uma boa comunicação tem sido mantida entre os dois lados e que a melhoria nas relações é bem-vinda.

A China espera sincera e ativamente impulsionar as relações bilaterais e acolhe mais trocas com o Vaticano, acrescentou Geng.

O Papa Francisco teria dito que quer visitar Pequim e que ama a China, durante sua viagem de volta do Japão ao Vaticano.

A China e o Vaticano, em setembro de 2018, assinaram um acordo histórico sobre a nomeação de bispos, uma questão espinhosa que causou décadas de tensão entre os dois lados.

Com a melhoria das relações China-Vaticano, os dois lados têm se engajado moderadamente em atividades para se ajudarem a se conhecer e a se entender, e a encontrar um terreno mais comum para suas missões compartilhadas, como o combate ao tráfico de órgãos e a promoção da proteção ecológica.

De 28 de maio a 17 de julho, uma exposição de 78 obras de arte chinesas valiosas do Museu do Vaticano e 12 obras do Museu do Palácio de Pequim foi realizada no Museu do Palácio. É a primeira vez que os artefatos chineses do Museu do Vaticano são levados de volta ao seu país de origem, o que inclui itens que testemunham séculos de comunicação entre a China e o Vaticano.

 

Leia mais