Papa Francisco pede aos futuros padres para «não» terem «medo de sujar as mãos»

Foto: Wikimedia Commons

Mais Lidos

  • Instituto Humanitas Unisinos – IHU promove evento em memória ao centenário do agrônomo e ambientalista brasileiro nesta quinta-feira, 20-08-2026, às 17h30min

    José Lutzenberger, 100 anos. Da Borregaard às enchentes: os alertas ignorados

    LER MAIS
  • Para a pesquisadora, o design das plataformas deixou de ser apenas uma escolha estética de interface e se tornou o principal ator tecnopolítico das Big Techs, moldando o comportamento dos usuários e impactando diretamente o debate democrático

    Economia da atenção: o design algorítmico a serviço da estetização da política. Entrevista especial com Anna Bentes

    LER MAIS
  • Qual é o pior momento do ateu? Artigo de Leonardo Boff

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

12 Dezembro 2016

O Papa Francisco pediu esta manhã, na Sala Clementina, no Vaticano, aos membros da Comunidade do Pontifício Seminário Regional da Puglia (Itália) «Pio XI» para “não” terem “medo de sujar as mãos”.

A informação é publicada por Agência Ecclesia, 11-12-2016.

Aos seminaristas e bispos daquela região do sul da Itália, Francisco descreveu o ministério de um presbítero através de uma tríplice pertença: “ao Senhor, à Igreja, ao Reino”.

“Tal pertença, naturalmente, não se improvisa e nem nasce depois da ordenação sacerdotal, mas é cultivada e mantida com atenção e responsabilidade nos anos de Seminário”, refere a Rádio Vaticano.

Só quando se pertence a Cristo, à Igreja e ao Reino se pode “crescer no âmbito do Seminário, superando os obstáculos como a perigosa tentação do narcisismo”.

Esta pertença significa também “entrar em relação com os outros, ser homens de relação com Cristo, com os irmãos e com as pessoas em geral”, disse o Papa.

“O lugar onde cresce a relação com Cristo é a oração e o fruto mais maduro da oração é sempre a caridade”, salientou.

Para o Papa argentino, pertencer a Cristo “significa ir ao encontro dos excluídos e marginalizados, experimentar a beleza da fraternidade, ser canais do seu amor, com humildade e inteligência”.

Quando se despediu dos numerosos seminaristas, dos diretores, responsáveis e bispos da região da Puglia, Francisco recordou que “não é importante a quantidade das vocações sacerdotais, mas a sua qualidade e formação”.

Leia mais