Em Santa Marta, organizações propõem criação de zonas livres de petróleo e gás fóssil

Foto: Cristian Martin/Canva

Mais Lidos

  • Tecnofascismo, dissenso e a gramática da dignidade. Entrevista especial com Donatella Di Cesare

    LER MAIS
  • Uma (nova) história do deus - Flávio, cristofascista ‘escolhido’ e totalmente crente. Artigo de Fábio Py

    LER MAIS
  • Interesses particulares descolados de apreciação profunda e respeitosa transformaram a cidade em um canteiro de obras que muitas vezes desconsideram o impacto ambiental e social, priorizando apenas o luxo e o lucro. História da cidade está se perdendo

    “Torres e sua natureza estão sendo assaltadas, negligenciadas e transmutadas”. Entrevista especial com Lara Lutzenberger

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

24 Abril 2026

Na esteira da 1ª Conferência Internacional sobre a Transição para Longe dos Combustíveis Fósseis, que acontece de 24 a 29 de abril de 2026 em Santa Marta, na Colômbia, organizações da sociedade civil lançam um policy brief propondo a criação de zonas livres de petróleo e gás fóssil (FFZ, na sigla em inglês). As FFZs, diz o documento, são “uma oportunidade concreta para impulsionar uma transição justa e ordenada para eliminar os combustíveis fósseis através da proteção de ‘zonas de vida’”.

A informação é publicada por ClimaInfo, 23-04-2026.

“Os governos reunidos em Santa Marta têm uma oportunidade crucial para potencializar as FFZs como uma ferramenta-chave para impulsionar uma transição energética justa. Sua integração nos roteiros nacionais pode ajudar a proteger ecossistemas críticos, garantir direitos territoriais e destravar a inércia global da transição energética, ao mesmo tempo em que permite deter e reverter o desmatamento e conservar de maneira eficaz pelo menos 30% das terras e das águas”, reforça o documento, elaborado por Amazon Watch, Amazon Sacred Headwaters, ClimaInfo, Earth Insight, Lingo e Stand Earth.

Leia mais