"Toda ação social da Igreja deve ser transformadora", diz dom Guilherme Werlang

Foto: Pixabay

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19 Abril 2018

“A Igreja não é uma ONG nem um partido político, ela é discípula missionária de Jesus Cristo e é o Evangelho que nos desafia a estamos juntos daqueles que são os prediletos de Deus”, disse dom Guilherme Werlang, bispo de Lages (SC) e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Ação Social Transformadora da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, durante coletiva de imprensa do oitavo dia da 56ª Assembleia Geral.

A informação é publicada por CNBB, 19-04-2018.

Segundo dom Guilherme, “toda ação social feita pela Igreja deve ser transformadora a partir dos valores do Evangelho. Deus sempre olha e ouve o grito do seu povo, os mais pobres e oprimidos, desce para libertar e devolve a dignidade de filiação divina a todos os seus filhos e filhas”, declarou. O bispo disse, ainda, que ‘as Pastorais Sociais, que hoje somam mais de 30, organizadas em todo o país, optaram pelo Evangelho e à Doutrina Social da Igreja que mostra o caminho a ser seguido, como luz e fonte para se chegar aos pobres e ao que nos pede Jesus Cristo”.

Dom Guilherme destacou que a Comissão Episcopal Pastoral para a Ação Social Transformadora juntamente com a coordenação nacional das Pastorais Sociais, está sentindo a necessidade da realização de uma nova Semana Social Brasileira. A última edição do evento aconteceu no ano de 2013 e refletiu sobre o Estado brasileiro e a caminhada para uma nova sociedade. A proposta da realização do evento foi apresentada durante a 56ª Assembleia Geral e continuará em reflexão para uma possível realização em 2019.

O bispo também citou a realização de mais uma edição do Grito dos Excluídos, que acontece desde o início da década de 90. “Foi apresentado aos bispos durante esta Assembleia Geral a proposta de atualização da metodologia da realização do Grito do Excluídos para que como Igreja possamos assumir esse compromisso de dar voz ao povo”, completou.

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