Luteranos agradecem Bento XVI pelo seu compromisso ecumênico

Mais Lidos

  • O manifesto perturbador da Palantir recebe uma enxurrada de críticas: algo entre o tecnofascismo e um vilão de James Bond

    LER MAIS
  • A socióloga traz um debate importante sobre como as políticas interferem no direito de existir dessas pessoas e o quanto os movimentos feministas importam na luta contra preconceitos e assassinatos

    Feminicídio, lesbocídio e transfeminicídio: a face obscura da extrema-direita que viabiliza a agressão. Entrevista especial com Analba Brazão Teixeira

    LER MAIS
  • ​Economista e jesuíta francês ministra videoconferência nesta terça-feira, 28-04-2026, em evento promovido pela Comissão para Ecologia Integral e Mineração da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), em parceria com Instituto Humanitas Unisinos – IHU

    Gaël Giraud no IHU: Reabilitar os bens comuns é uma resposta política, social, jurídica e espiritual às crises ecológicas e das democracias

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

03 Março 2013

"Nós nos sentimos encorajados pelo modo com que ele promoveu o valor do profundo e sincero discernimento teológico nos diálogos ecumênicos, porque a busca da unidade visível da Igreja também pertence à vocação fundamental da Federação Luterana Mundial".

A reportagem é do sítio Vatican Insider, 02-03-2013. A tradução é de Moisés Sbardelotto.

Com essas palavras, a Federação Luterana Mundial (LWF, na sigla em inglês) expressou sua "gratidão" a Bento XVI, pelo encorajamento dado ao compromisso ecumênico da Igreja. Em uma carta do bispo presidente, Munib A. Younan, e do secretário-geral, Martin Junge, publicada na última edição do jornal da Santa Sé, L'Osservatore Romano, os representantes luteranos destacam que, graças à liderança de Bento XVI, "a Igreja Católica desenvolveu o debate sobre a nova evangelização e também provocou outras Igrejas cristãs a refletir sobre a sua participação na missão de Deus no mundo contemporâneo".