Abençoar casais homossexuais? Dom Fernández responde: talvez o "não" do Dicastério deva ser revisto

Foto: Clarkand Company | Getty Images Canva

Mais Lidos

  • O Apocalipse não é o fim do mundo, mas a salvação do cristão. Artigo de Enzo Bianchi

    LER MAIS
  • MST transforma um dos maiores latifúndios do sul do Brasil em território da Reforma Agrária

    LER MAIS
  • Primeira encíclica do Papa Leão XIV reforça o conceito de dignidade ontológica absoluta, denuncia a não neutralidade tecnológica e concentração privada do poder digital e chega a um público que os documentos jurídicos não alcançam, diz advogado e pesquisador da área do Direito

    Magnifica Humanitas: “Uma leitura que nenhum documento governamental teria facilidade de fazer com franqueza”. Entrevista especial com Marcelo Chiavassa

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

06 Julho 2023

Em entrevista ao InfoVaticana, o novo Prefeito do Dicastério para a Doutrina da Fé reacendeu o tema.

A informação é publicada por Il Sismógrafo, 05-07-2023.

Pergunta: Em 2021, este Dicastério afirmou que os casais homossexuais não podem ser abençoados. Concorda?

Resposta do novo Prefeito:

"Olha, assim como sou firmemente antiaborto (e desafio você a encontrar alguém na América Latina que tenha escrito mais artigos antiaborto do que eu), também entendo que, estritamente falando, "casamento" é apenas uma coisa: aquela união estável de dois seres tão diferentes como macho e fêmea, que nessa diferença são capazes de gerar uma nova vida. Não há nada que se compare a isso e usar esse nome para expressar outra coisa não é bom nem correto. Ao mesmo tempo, acredito que gestos ou ações que possam expressar algo diferente devem ser evitados. Por isso, acho que o máximo cuidado deve ser tomado para evitar ritos ou bênçãos que possam alimentar essa confusão. Agora, se uma bênção é dada para não causar essa confusão, terá de ser analisado e confirmado. Como verão, há um ponto em que saímos de uma discussão propriamente teológica e passamos a uma questão mais prudencial ou disciplinar."

Leia mais