“Vamos desmantelar as obras de arte do padre acusado de abusos”. Parte da França o movimento que afeta também o caso Rupnik em Roma

Rupnik | Foto: reprodução youtube

Mais Lidos

  • Vicente Cañas. Manter um processo vivo por trinta anos é uma vitória no país da impunidade. Entrevista com Michael Nolan e Ricardo Pael Ardenghi

    LER MAIS
  • O Pentágono ameaçou o embaixador do Papa Leão XIV com o Papado de Avignon

    LER MAIS
  • Para o professor e pesquisador da UFPA, reterritorializar o debate sobre o acelaracionismo em termos amazônidas inaugura um amplo espectro de questões incontornáveis de nosso tempo

    Como pensar o aceleracionismo em um mundo que já acabou? Entrevista especial com Ricardo Evandro Martins

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

03 Fevereiro 2023

As obras de arte de um religioso que cometeu abusos e estão contidas em igrejas, mosteiros e capelas deveriam ser removidas em respeito às vítimas. É o que está acontecendo na França e poderá em breve ser aplicado em outros lugares, onde existem artefatos artísticos assinados por padres que cometeram crimes sexuais e abuso de poder sobre vítimas frágeis.

A reportagem é de Franca Giansoldati, publicada por Il Messaggero, 02-02-2023. A tradução é de Luisa Rabolini.

O debate que começou em surdina agora decolou e está reverberando além das fronteiras francesas. Tudo começou em Charly, ao sul de Lyon, onde o prefeito dessa cidade anunciou que os vitrais da igreja serão removidos. Na origem dessa drástica decisão está a amarga descoberta que só recentemente veio à tona após investigações: o autor do vitral - o sacerdote Louis Ribes, falecido em 1994 - foi responsável por atos de pedofilia durante a sua vida, encobertos em várias circunstâncias por seus superiores.

Leia mais