Fome, covid-19 e malária atacam campos de refugiados

Foto: Pixabay

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15 Julho 2021

 

Além do covid-19, dos danos psicológicos e das restrições alimentares, refugiados/as em diferentes partes do mundo tiveram que enfrentar a malária, doença mais comum entre essa população. Em 2020, a malária foi responsável por 20% das mortes ocorridas nos campos de refugiados. 

A reportagem é de Edelberto Behs, jornalista.

A informação é da Agência da ONU para Refugiados (Acnur) que está empenhada em garantir o acesso ao diagnóstico e tratamento, contribuindo para reduzir a população refugiada às picadas do mosquito transmissor da doença, fornecendo mosqueteiros e inseticidas. 

No ano que passou, em quase 160 acampamentos de refugiados, localizados em 19 países, foram registrados mais de 112 mil nascimentos. Muitas parturientes acabaram morrendo vítimas de complicações na gravidez ou no parto. 

A perda de crianças menores de cinco anos de idade preocupa a Acnur. Em 2020, a agência da ONU garantiu o acesso a serviços em 50 países que, juntos, abrigam um total de 16,5 milhões de pessoas.

 

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