Romaria celebra 34 anos do martírio do Padre Ezequiel Ramin

Ícone de Pe. Ezequiel Ramín. Fonte: Vatican News

Mais Lidos

  • “Meu pai espiritual, Santo Agostinho": o Papa Leão XIV, um ano depois. Artigo de Carlos Eduardo Sell

    LER MAIS
  • A mineração de terras raras tem o potencial de ampliar a perda da cobertura vegetal nas áreas mineradas, além de aumentar a poluição por metais tóxicos e elementos químicos radioativos que são encontrados associados às terras raras, afirma o pesquisador da UFRGS

    Exploração de terras raras no RS: projeto põe recursos naturais em risco e viabiliza catástrofes. Entrevista especial com Joel Henrique Ellwanger

    LER MAIS
  • EUA e Irã: perto de um acordo? O que se sabe sobre as negociações nos bastidores para pôr fim à guerra?

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

23 Julho 2019

Pela quarta vez, desde 2015, uma romaria marcou o aniversário de morte do padre Ezequiel Ramin.

A reportagem é publicada por Rede Eclesial Pan Amazônica - Repam, 22-07-2019.


Foto: REPAM

Missionário Comboniano de 32 anos de idade, o religioso foi morto por pistoleiros a mando de fazendeiros no dia 24 de julho de 1985. Foi realizada uma celebração eucarística, com muita participação popular, em Cacoal-RO, e uma Romaria com a presença de quase mil pessoas, acompanhada por Dom Zenildo Pereira, bispo da Prelazia de Borba-AM, em Rondolândia-MT, onde Pe. Ezequiel foi morto. Nos dias que antecederam a celebração, as comunidades cristãs realizaram um tríduo com os temas ‘O chamado de Deus’, ‘O envio em missão’ e ‘Profetismo e martírio’.

Pe. Ezequiel Ramin foi assassinado quando voltava de uma missão de paz, na qual havia visitado posseiros e pedido que se retirassem, pois corriam perigo. O missionário é testemunha da Igreja que faz opção pelos mais pobres, se compromete com uma evangelização ligada à transformação da sociedade e é fiel até as últimas consequências, como o fez Jesus de Nazaré.

O povo de Deus, na Romaria do último final de semana, aclamou o Pe. Ezequiel como um dos padroeiros do Sínodo da Amazônia. Mais de 200 bispos, na última Assembleia da CNBB, enviaram uma carta ao Papa Francisco solicitando que, rapidamente,seja reconhecido o martírio do missionário.

Leia mais