Miguel D’Escoto Brockmann, padre maryknoll e ex-ministro das Relações Exteriores da Nicarágua, morreu

Mais Lidos

  • Tecnofascismo, dissenso e a gramática da dignidade. Entrevista especial com Donatella Di Cesare

    LER MAIS
  • Uma (nova) história do deus - Flávio, cristofascista ‘escolhido’ e totalmente crente. Artigo de Fábio Py

    LER MAIS
  • A quem interessa minerar terras raras no Rio Grande do Sul? Artigo de Joel Henrique Ellwanger

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

12 Junho 2017

Miguel D’Escoto Brockmann, padre Maryknoll suspenso do sacerdócio em 1984 por trabalhar no governo da Nicarágua, morreu. Ele tinha 84 anos.

A informação é de Dennis Coday, publicada por National Catholic Reporter, 09-06-2017. A tradução é de Isaque Gomes Correa.

D’Escoto morreu em 8 de junho na Nicarágua, de acordo com um anúncio feito pelos Padres e Irmãos de Maryknoll. D’Escoto foi reintegrado pelo Papa Francisco ao sacerdócio e ao ministério ativo em 2014.

A Associated Press informou que D’Escoto sofreu um AVC há vários meses, mas que sua morte veio “inesperadamente” na quinta-feira.

D’Escoto apoiou a Frente Sandinista de Libertação Nacional em sua campanha para derrubar o governo de Anastasio Somoza. Quando os sandinistas chegaram ao poder em 1979, foi nomeado ministro das Relações Exteriores, cargo que ocupou até 1990, ano em que os sandinistas perderam as eleições na Nicarágua.

D’Escoto nasceu em Los Angeles, na Califórnia, em 05-02-1933. Filho de um diplomata próximo ao ditador Anastasio Somoza, foi ordenado padre da Ordem Maryknoll e acolheu a Teologia da Libertação na década de 1970.

Leia mais