O presidente eleito das Filipinas julga “suficiente” seu pedido de desculpas ao Papa Francisco

Mais Lidos

  • Escravidão moderna, trabalhadores desprotegidos e precarização universalizada. Entrevista com Reginaldo Ghiraldelli

    LER MAIS
  • Médico defende cuidados paliativos no fim da vida e amenização total da dor em pacientes terminais. “O alívio deve ser na dor total: física, espiritual e emocional”, diz

    Cuidados paliativos: 86% das pessoas que precisam de auxílio no fim da vida são abandonadas. Entrevista especial com Angelo Atalla

    LER MAIS
  • O triunfo do infame. Artigo de Jorge Zepeda Patterson

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Por: André | 16 Mai 2016

O presidente eleito das Filipinas, Rodrigo Duterte, julgou, no domingo, “suficiente” ter apresentado por escrito seu pedido de desculpas ao papa por tê-lo chamado de “filho da p...”, indicando que não iria ao Vaticano como tinha anunciado.

A reportagem é publicada por Libération, 15-05-2016. A tradução é de André Langer.

Interrogado em uma coletiva de imprensa em Davaos (sul) sobre seu projeto de fazer uma viagem ao Vaticano, Duterte declarou que não tem “mais” a intenção. “Isso é o suficiente”, acrescentou, admitindo ter enviado uma carta.

Ele estimou que uma viagem “poderia ser um exercício hipócrita”.

Duterte, eleito no dia 09 de maio em base a um programa populista e que multiplicou as propostas julgadas excessivas, comunicou na quinta-feira que iria viajar ao Vaticano para apresentar pessoalmente suas desculpas ao papa.

Seu porta-voz, Peter Lavina, declarou que era para pedir “perdão” a Francisco.

No lançamento da sua campanha, em novembro passado, o advogado de 71 anos chamou o papa de “filho da puta” por ter provocado engarrafamentos em Manila durante a sua visita ao arquipélago de maioria católica.