"Estamos deixando morrer toda uma geração na África", afirma diretor de Médicos sem Fronteiras

Mais Lidos

  • O manifesto perturbador da Palantir recebe uma enxurrada de críticas: algo entre o tecnofascismo e um vilão de James Bond

    LER MAIS
  • A socióloga traz um debate importante sobre como as políticas interferem no direito de existir dessas pessoas e o quanto os movimentos feministas importam na luta contra preconceitos e assassinatos

    Feminicídio, lesbocídio e transfeminicídio: a face obscura da extrema-direita que viabiliza a agressão. Entrevista especial com Analba Brazão Teixeira

    LER MAIS
  • Trump usa o ataque para promover sua agenda em meio ao bloqueio de informações sobre o Irã e índices de aprovação em níveis historicamente baixos

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

25 Setembro 2006

"Nos casos de Aids, 99% das mortes, é de pessoas que não têm acesso aos remédios. Estamos deixando que toda uma geração morra na África. E os medicamentos, ainda que pressionemos por preços baixos, não estão adequados à realidade. Eles não resistem a mais de 25-30 graus de temperatura em países tropicais sem bons sistemas de refrigeração", afirma Rafael Vilasanjuán, médico, diretor da ONG Médicos Sem Fronteiras.
Segundo ele, "a tuberculose é uma doença emergente que afeta cada vez mais pessoas, mas que é tratada com métodos do século XIX. No entanto, quando aparece a síndrome respiratória aguda (SARS), em três meses já se tinha métodos de diagnóstico. Ou seja, há uma aposta em determinadas enfermidades e um mundo que é deixado de lado".

(cfr. notícia do dia 25-09-06, desta página).