Violência obstétrica é realidade em maternidades brasileiras

Mais Lidos

  • Vicente Cañas. Manter um processo vivo por trinta anos é uma vitória no país da impunidade. Entrevista com Michael Nolan e Ricardo Pael Ardenghi

    LER MAIS
  • Trump recua horas depois de o Papa Leão XIV ter considerado sua ameaça ao Irã "inaceitável". Artigo de Christopher Hale

    LER MAIS
  • A IA não é nem inteligente, nem artificial. Intenções humanas, extrativismo e o poder por trás das máquinas

    Parasita digital (IA): a pirataria dos saberes que destrói recursos naturais alimentada por grandes data centers. Entrevista especial com Miguel Nicolelis

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

01 Abril 2014

De acordo com a única pesquisa feita sobre violência obstétrica, pela Fundação Perseu Abramo, em 2010, uma em cada quatro mulheres sofre violência na hora de parir -  agressões que vão desde toques invasivos e dolorosos até gritos, xingamentos e frases com deboche ditas por profissionais de saúde.

A reportagem é da Rádio Nacional do Rio de Janeiro, 28-03-2014.

A repórter Tâmara Freire conversou com a  doutoranda em Saúde Pública, Ligia Moreira Sena, que já está bastante familiarizada com o tema violência obstétrica. Em 2012, Ligia conduziu uma pesquisa informal que coletou dados de mais de duas mil mulheres e trouxe informações tão alarmantes quanto as da pesquisa.

Pelo levantamento, 75% das mulheres foram impedidas de andar durante o trabalho de parto, 25% delas passou por episiotomia, sem consentir com o procedimento; 33% teve que ficar sozinha em pelo menos algum momento e 26% relataram que sentiram medo de perguntar alguma coisa ou pedir ajuda.

Ouça reportagem da Rádio Nacional do Rio de Janeiro clicando aqui