Participação ativa da juventude é essencial para o sucesso da agenda de sustentabilidade da ONU

Mais Lidos

  • ​A estética grotesca dos EUA, seja do ponto de vista discursivo ou do belicismo tacanho, mostra um imperialismo que abandona qualquer subterfúgio retórico e revela ao mundo mais fragilidades do que forças

    O imperialismo está nu: era Trump retrata não a força do gigante do norte, mas sua decadência. Entrevista especial com Juliane Furno

    LER MAIS
  • Thiel leva suas palestras sobre o Anticristo à porta do Vaticano, e as instituições católicas recuam

    LER MAIS
  • O Brasil pode viver novo boom das commodities com a guerra?

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

03 Junho 2015

A Assembleia Geral das Nações Unidas comemorou na última sexta-feira (29) o aniversário do Programa Mundial de Ação para a Juventude com o conhecimento de que a juventude vem sendo “desproporcionalmente” afetada por tantos desafios globais, mas “está pronta e disposta para estar ativamente envolvida em moldar seu futuro”.

O texto foi publicado pelo Portal das Nações Unidas, 01-06-2015.

Em seu discurso para a ocasião, o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, observou que a comemoração acontece em “um momento crítico” com “2015 representando uma oportunidade para transformação”.

O chefe da Organização também declarou que “com a ONU abordando a adoção de um novo conjunto de metas de desenvolvimento sustentável, a comunidade global tem uma oportunidade inigualável para mudar o curso da história”, pedindo aos governos para aumentar seus esforços em implementar o Programa Mundial de Ação para a Juventude sob a nova agenda de desenvolvimento pós 2015.

Atuando como presidente da Assembleia Geral, o português Álvaro José Costa Mendonça e Moura lembrou que a crise financeira mundial afetou principalmente aos jovens, “com índices de desemprego três vezes mais altos que os adultos”, mas salientou que nem tudo é negativo. Hoje os governos estão mais cientes da necessidade de quadros legais e políticos para a juventudes, contabilizando 127 países a contar com políticas de juventude nacional em 2014.