Parques urbanos são ilhas de saúde em meio ao aço e concreto das grandes cidades

Imagem: Marcos Santos/USP Imagens

Mais Lidos

  • Super El Niño pode ser o mais forte em 140 anos e elevar calor até 2027

    LER MAIS
  • “Ainda há muito a ser revelado sobre a IA que está sendo desenvolvida pela China e pelos EUA.” Entrevista com Ángel Gómez de Ágreda

    LER MAIS
  • Um dia após o cessar-fogo no Irã, Melania Trump traz Epstein de volta: o que realmente motiva a política dos EUA? Artigo de Uriel Araujo

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

20 Outubro 2016

Para Saldiva, a compreensão de uma saúde mais integral começa a ser atingida pelos órgãos reguladores de saúde.

A informação foi publicada por Rádio USP, 19-10-2016.

“Parque é tudo de bom”, afirma o professor Paulo Saldiva em sua coluna semanal para a Rádio USP.

Ao abordar a importância dos parques na manutenção da qualidade de vida das pessoas, ele lembra que os parques reduzem as ilhas de calor e recompõem a umidade perdida pela concretagem do terreno, além de servirem como pontos de encontro entre seus usuários, ajudando a solidificar os laços sociais.

Eles também servem de palco a atividades culturais e de lazer. Crianças e idosos são especialmente beneficiados pela existência dos parques urbanos.

Confira o áudio aqui

Leia mais